Você já se perguntou por que, em determinados períodos do ano, principalmente em momentos de divulgação de resultados de vestibulares, alguns portais de universidades públicas simplesmente travam? Isso, em parte, se deve à sobrecarga de trabalho imposta a alguns servidores, causados pelo alto volume de acessos a um endereço da web.

Se depender da Universidade Estadual Paulista (Unesp), esse tipo de problema tenderá a ser amenizado, ou banido de uma vez. É que a instituição acaba de protagonizar uma inovação tecnológica já conhecida mundo afora, mas que ainda não havia sido implantada em universidades públicas brasileiras: a utilização da cloud computing (computação em nuvem) como sistema capaz de disponibilizar serviços em rede com alto desempenho e rapidez, sem a necessidade de altos investimentos e sobrecargas de servidores locais.

No âmbito das instituições de ensino superior, a iniciativa é pioneira. Para experimentar a tecnologia, a Unesp disponibilizou os dados do resultado do vestibular de Meio de Ano no sistema de computação em nuvem, por meio de um projeto desenvolvido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, denominado de ANSP (Academic Network of São Paulo).

De acordo com o coordenador do projeto, Luis F. Lopez, trata-se da primeira experiência do tipo em vestibulares no Brasil. E diz mais: “é a tecnologia ideal para sites que têm picos de acessos e períodos de ociosidade alternados”.

Que o modelo irá ser propagado, ninguém duvida. O próprio Governo Federal já sinalizou que implantará o sistema de nuvem para evitar os mesmos problemas dos sites universitários relatados no começo desta matéria.

Por Alberto Vicente Silva

Fonte: Unesp


A tecnologia tem sido atualmente uma ferramenta cada vez mais forte num mundo moderno e globalizado. Assim ela se alia a educação para auxiliar o ser humano a estudar e assistir aulas em casa ou no trabalho da mesma forma que faria em uma sala de aula convencional.

A grande diferença da EAD é o fato de o estudante não ficar preso aos horários de entrada e saída das aulas. Ele mesmo faz seu horário de acordo com sua disponibilidade, além de não precisar perder tempo se deslocando até uma universidade.

Um público mais adulto tem procurado por cursos nessa modalidade já que a economia de tempo e dinheiro é grande sem que haja perda no quesito qualidade. Muitos imaginam que estudar dessa forma é fácil ou não tem seu valor, o que é totalmente falso, pois, se uma pessoa não souber organizar sua vida para se dedicar a isso certamente não concluirá curso nenhum.

A lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (9394/96 – LDB) regulariza este tipo de ensino e então basta ser devidamente registrada no Ministério da Educação (MEC) como qualquer outra faculdade; universidades públicas e particulares têm aderido a esse tipo de ensino.

Por Karin Földes





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