Renda familiar máxima para a contratação do Fies é de 2,5 salários mínimos por cada integrante da família.

No dia 3 de julho foram publicadas no Diário Oficial da União as novas regras para o Fies. As mudanças são para os estudantes que vão aderir ao programa no segundo semestre de 2015.

Os cursos com notas 4 e 5 nas avaliações do MEC serão os que terão prioridade para a escolha dos estudantes. Além disso, a Secretaria de Educação pode acrescentar alguma outra regra adicional para a distribuição de vagas, caso haja necessidade.

A partir de agora também passa a valer outra mudança: a renda familiar máxima para a contratação do financiamento será de 2,5 salários mínimos por cada integrante da família.  Antes a renda total da família tinha que ser de até 20 salários mínimos.

Para se inscrever no processo seletivo, o estudante não pode ter concluído o curso superior e a partir do próximo semestre também tem que ter prestado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir do ano de 2010. O uso da nota do Enem para critérios de seleção do Fies estava em estudo pelo MEC. A nota mínima que o estudante tem que obter é de 450 pontos e não ter zerado a redação. As vagas do financiamento agora serão ocupadas por estudantes com maior desempenho no exame, prioritariamente.

Após o final das inscrições, será divulgada uma classificação dos estudantes interessados no financiamento em ordem decrescente, de acordo com as notas obtidas no Enem.  A classificação também levará em conta a área para qual o estudante se inscreveu.

Outra novidade é que as notas dos outros anos serão consideradas: o maior resultado obtido desde o ano de 2010 é o que valerá para a concorrência de vagas do Fies desse segundo semestre. Caso haja empate, o critério de desempate será a nota da redação, em seguida a nota na área de linguagens e códigos e depois a obtida na prova de matemática e ciências da natureza.

As instituições de ensino superior que estiverem interessadas em participar do processo seletivo para o financiamento do Fies devem assinar um termo de participação que estará disponível entre os dias 6 e 17 de julho. Neste termo constará o número de vagas que foi estabelecida na portaria publicada pelo MEC.

Por Patrícia Generoso


É imprescindível que todos os indivíduos que realizam processos seletivos, e através deles disputam por vagas dentre tantas opções de cursos existentes, estejam atentos as novas regras que o MEC estabeleceu ao programa ProUni (Universidade para Todos) e ao Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) neste ano de 2014.

Referente ao Fies, o contrato estabelecido passa a ser associado ao Fgeduc (Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo), o que anteriormente se encontrava como tópico opcional, neste ano se tornou elemento indispensável.

Concernente ao ProUni, a isenção fiscal está direcionada respectivamente às vagas preenchidas. Em relação ao ano passado, tal isenção estava determinada por vagas ofertadas, e não as quais já tinham sido disputadas e ocupadas pelos diversos concorrentes que designam diferentes estados brasileiros.

O Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo foi originado no ano de 2009, ou seja, um programa recente, porém eficaz, que está atuando associadamente ao Fies a partir deste ano. Atua com o objetivo de cobrir a partir de 80% dos contratos não cumpridos, e para que esse processo seja efetivado com êxito, a mantenedora recompensa uma porcentagem de 5,63 de acordo com o total do financiamento mensal, ou 6,25% da parcela das intervenções de financiamento.

A entrada do Fgeduc possibilitou aos estudantes ser dispensável a obrigação de fiador, onde a finalização do contrato oferece maior praticidade para ser concretizada. O processo ativou benefícios grandemente direcionados aos acadêmicos. Ao que se refere às instituições, foi contemplada integrando maiores custos, porém, ainda sim considerados programas aproveitáveis.

Uma grande parte das instituições propagadas pelo Brasil, já realizaram a adesão intensificada do programa. O diretor de Gestão de Fundos e Benefícios do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), afirma com plena convicção de que o intuito do programa é propiciar acesso estudantil de nível superior a todas as classes, principalmente ao universitário que se encontra imerso a baixa renda. Além, de exporem grande dificuldade em se conseguir alguém que o esteja representando como fiador.

Atualmente as propagações se encontram da seguinte maneira: 17% dos alunos que estão inseridos nas redes privadas de ensino precisam essencialmente do Fies, sendo que é concebido pelo fundo aproximadamente 25% da receita das organizações. Em relação ao ProUni, a indicação sugere economia, ou seja, 10% dos gastos das instituições. Resumindo, o processo especificado deve haver uma diminuição de 2% a 3% dessa economia, mencionando a contagem de vagas não ocupadas.

Por Lorena de Oliveira


Foi publicado no dia 02 de julho de 2013, no Diário Oficial, pela Superintendência de Assistência Social da Universidade de São Paulo (SAS/USP), a prorrogação do prazo de inscrição para quem deseja solicitar a isenção ou redução da taxa de inscrição para o Vestibular FUVEST 2014.

Segundo o documento, a inscrição continua sendo realizada através do site http://www.fuvest.br/, no entanto, a data limite foi alterada para 10 de agosto de 2013, o que antes havia sido estipulada até 02 de agosto de 2013. Dessa forma, para aqueles que pretendiam prestar o vestibular, e que tentariam sua inscrição através do projeto de isenção total/ redução da taxa de inscrição para o exame, não terão mais desculpa, pois o prazo, que já era longo, foi estendido. 

Além da alteração da data de inscrição, o prazo que havia sido estipulado para o envio dos documentos, os quais comprovariam a situação declarada pelo candidato, também foi prorrogado.  Sendo assim, os documentos, juntamente com a ficha SAS/USP deverão ser enviados para a FUVEST, até 12 de agosto de 2013, a data máxima de postagem nos correios.

Já para o candidato que solicitar a redução de 50% do valor da taxa de inscrição, a SAS/USP também retificou o valor máximo da renda individual, de R$ 1.478,00 para R$ 1.356,00. A SAS/USP disponibilizará seu e-mail, isento2014@usp.br, para atender os candidatos que possuírem alguma dúvida, até as 23h30min do dia 10 de agosto de 2013. Para maiores informações, basta acessar o site da FUVEST. 

Por Karen Regina Igari


A redação é uma questão sensível em qualquer processo seletivo, e deve ter uma avaliação especial por parte da instituição que realiza essa seleção.

Com o Enem não pode ser diferente, e, por se tratar de um concurso de abrangência nacional, houve vários problemas relacionados a ela, reivindicados pelos estudantes.

No ano passado, quando a correção era fechada, vários estudantes entraram na justiça e conseguiram acesso à redação corrigida, o que causou desconforto e perda de certa confiabilidade por boa parte dos inscritos.

Já esse ano, um pacote de mudanças promete minimizar os conflitos. Para começar, haverá uma terceira verificação da redação corrigida, se o número de pontos entre a primeira e a segunda avaliação diferir em pelo menos 200 pontos. E ainda há uma possibilidade de quarta correção, como instância final.

Essa fase do processo agora valerá 1000 pontos, e os estudantes terão acesso à correção sem qualquer recurso, como regra geral.

Podemos ver que a especialidade da redação se deve não só à importância da escrita nos concursos, mas por uma certa insatisfação sobre a reprovação na mesma. Os estudantes do Brasil não fogem à regra dos concursos gerais, sendo a redação o “calcanhar de Aquiles” da maioria deles. E, educadores e pais sabem o quanto esse quesito está em baixa nas escolas de hoje, e o quanto os próprios estudantes negligenciam isso.

Por isso, o grau de reprovação com motivo principal na redação tende a ser maior no Enem, porque a escrita já é deficiência crônica nos estudantes do ensino médio, e que se estende até os estudantes do ensino superior, infelizmente.

Esperamos, então, que não só o método dos avaliadores melhore no Enem e seja mais justo e claro, mas que a parte cognitiva dos nossos candidatos ao ensino superior possa melhorar e ser incentivada definitivamente por esse exame, que se tornou, nos últimos anos, fundamental para qualquer estudante e aspirante ao sucesso profissional, e à avaliação do ensino num país tão carente de acesso ao conhecimento básico.

Por David Leys


O Ministério da Educação (MEC) modificou as regras para o financiamento estudantil. De acordo com a portaria publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira (12/04), somente estudantes com renda familiar de até 20 salários mínimos, o que significa R$ 12.440,00, terão direito a pedir o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A regra publicada na quinta-feira também impõe que a mensalidade só pode ser 100% financiada se o estudante tiver renda familiar máxima de 10 salários mínimos ou R$ 6.620,00. Para pedir financiamento de até 75%, a renda familiar não pode ser superior a 15 salários mínimos ou R$ 9.330,00. Quem recebe acima disso pode financiar até 50% da mensalidade.

Até a publicação da portaria, acadêmicos com qualquer renda familiar poderiam pedir o benefício. No entanto, a escolha dos aprovados para o Fies sempre foi feita de acordo com o impacto que a mensalidade tem no orçamento da família.

O Fies é uma das medidas adotadas pelo Governo Federal para incentivar os jovens a cursar uma faculdade. Para isso, os universitários precisam estudar numa instituição cadastrada no programa e pedir o cadastro. Se forem aprovados, podem se isentar do pagamento da mensalidade e pagar somente depois, com juros de 3,4% ao ano. Além disso, assim que terminar a faculdade, o estudante tem um ano e meio de carência para começar a pagar a dívida do Fies.

Por Matheus Camargo

Fonte: Diário Oficial da União





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