Foi realizado um ranking que demonstra a posição do Brasil no quesito educação e para frustração de alguns brasileiros estamos na antepenúltima posição. Ao todo foram avaliados 40 países por meio de uma Curva do Aprendizado (The Learning Curve) realizada pela The Economist Intelligence Unit (EIU) e Pearson Internacional. Todavia, se compararmos o país com o ano anterior subimos um degrau, embora tenhamos piorado o desempenho no índice.

Ressalte-se que o levantamento da EIU considera, ainda, diferentes avaliações, bem como a produtividade do país. Além disso, avalia-se habilidades cognitivas e de desempenho escolar a partir do cruzamento de indicadores da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE): Programa Internacional de Avaliação dos Alunos (Pisa), Tendências Internacionais nos Estudos de Matemática e Ciência (Timms) e avaliações do Progresso no Estudo Internacional de Alfabetização e Leitura (Pirls).

O Brasil conseguiu ultrapassar o México no ranking. Em último lugar ficou a Indonésia, porém, nas primeiras colocações tivemos novidades com algumas nações asiáticas como Coreia do Sul e Japão, tomando o lugar da Finlândia, que há muito tempo estava na liderança entre a maioria das avaliações. Segundo informações sobre a pesquisa, o sucesso desses países se dá através da importância de objetivos claros para o sistema educacional e uma cultura de responsabilidade na prestação de contas.

Um fator positivo sobre esses estudos encontra-se na pressão que os países têm para melhorar aprendizagem, o que é muito importante para o sucesso das pessoas.

O relatório possui ainda uma estatística sobre o tempo médio gasto na escola por um estudante junto a produtividade dos trabalhadores, a fim de verificar se isso afeta os estudos e aponta que é de extrema importância a qualidade da formação básica. No entanto, a retenção de tais habilidades depende da continuidade da aprendizagem ao longo da vida adulta. A professora Maria Helena Guimarães de Castro afirma que o Brasil tem pontos positivos, porém precisa melhorar no quesito qualidade.

Por Luciana Viturino


Recentemente, foi realizado um levantamento com universidades em todo o mundo pela Quacquarelli Symonds University Rankings e a Universidade de São Paulo (USP) foi eleita a 11ª melhor instituição de ensino superior com as disciplinas de Comunicação e Estudos de Mídia.

A QS realiza pesquisas educacionais avaliando o desempenho no ensino médio, na graduação e também na pós-graduação. A pesquisa em questão foi dividida em 29 disciplinas de cinco grandes áreas, sendo estas Ciências da Vida, Ciências Sociais e Administração, Artes e Humanidades, Ciências Naturais e Engenharia e Tecnologia.

A média da USP na disciplina que lhe deu a 11ª colocação foi de 85 pontos, sendo que a primeira colocada ficou com 94,8 pontos, que foi a Universidade de Stanford. Na frente da universidade brasileira, ficaram instituições da Austrália, Japão, Cingapura e Reino Unido. Já na classificação geral das Ciências Sociais e Administração, a Universidade de São Paulo ficou na posição 67ª.

Além disso, outras disciplinas da USP lhe deram boas colocações, como História em 27º lugar, Geografia em 31º, Filosofia em 44º e também Pesquisa Operacional, que rendeu o 48º lugar no ranking.

Essa pesquisa foi muito importante para o Brasil, pois colocou nosso país na posição de único da América Latina que conseguiu ter uma posição, em alguma disciplina, dentro das 20 melhores.

Por Guilherme Marcon

Fonte: Portal Comunique-se





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