Prazo para se inscrever vai até o dia 14 de fevereiro de 2019.

Estão abertas desde o último dia 7 de fevereiro as inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). O programa é a porta de acesso a milhares de jovens que sonham em frequentar o ensino superior. Ele se destina àqueles que tenham interesse em financiar seus estudos em uma instituição de ensino superior não gratuita.

Os estudantes poderão se inscrever até o dia 14 de fevereiro pelo site do Fies (http://fiesselecao.mec.gov.br). Há a previsão de que no primeiro semestre sejam concedidos 100 mil contratos, com um limite máximo de R$ 42.983,70 por cada semestre cursado.

O Fundo, nesse semestre, seguirá o modelo instituído em 2018, onde o programa é dividido em duas categorias: A primeira é o Fies propriamente dito, onde estudantes com renda familiar de até três salários mínimos por pessoa por mês concorrem a 100 mil vagas (por ano) para financiar os seus estudos com taxa de juros igual a zero. A Segunda é o P-Fies, onde concorrem alunos com renda familiar de três a cinco salários mínimos por pessoa por mês, com juros variáveis de acordo com o banco. No P-Fies não há o limite anual de vagas.

Para participar é necessário que o candidato tenha feito o ENEM a partir do ano de 2010 e tenha tirado, no mínimo, 450 pontos como média das provas de ciências humanas, matemática, linguagens e ciências da natureza. Também é preciso não ter zerado a redação. Ao contrário das edições anteriores, a convocação dos selecionados na P-Fies não seguirá a ordem de classificação, mas a ordem em que a inscrição foi feita.

Na modalidade Fies, a classificação dos candidatos seguirá a ordem do resultado do Enem. Serão escolhidos, preferencialmente, alguns candidatos de acordo com certos critérios. Terão prioridade, primeiramente, aqueles que não tem formação superior e que ainda não foram financiados pelo Fundo. Em segundo lugar, terão prioridade aqueles que não tem ensino superior mas já foram financiados pelo Fies (e já quitaram a dívida). Em terceiro lugar na ordem prioritária estão os candidatos que já possuem formação superior e que já tenham recebido o financiamento estudantil, desde que a dívida já tenha sido quitada.

Apesar do Fies para membros de famílias com baixa renda per capita não ter juros, é importante se atentar a alguns detalhes. Um deles é o que diz respeito aos encargos não cobertos pelo programa. A chamada “coparticipação” é uma taxa recebida diretamente pelo agente financeiro que deve ser paga mensalmente mesmo por aqueles que não pagam juros.

O resultado da seleção será divulgado no dia 18 de fevereiro de 2019 para as duas modalidades. Porém, a modalidade Fies terá chamada única e lista de espera, enquanto que a modalidade P-Fies terá apenas chamada única. O Edital com maiores informações está disponível no link http://fies.mec.gov.br/arquivos/edital_01_02012011.pdf.

Histórico do Fies

No primeiro semestre de 2018 estavam previstos 75 mil contratos para o P-Fies. Entretanto, apesar de cerca de 120 mil estudantes terem se inscrito, somente 256 chegaram efetivamente a fechar o contrato, o que corresponde a somente 0,34% de ocupação. Isso pode ter acontecido por conta do perfil conservador de muitos bancos. É importante destacar que no P-Fies, o MEC participa como um intermediário entre o estudante e os bancos que farão o financiamento, mas as taxas de juros e outras condições são estabelecidas pelo banco, que pode inclusive se recusar a fechar contrato.

Nesse mesmo período também sobraram vagas no Fies destinado aqueles com renda familiar per capita de até três salários mínimos. Mesmo com juros zero, dos 80 mil contratos que o programa disponibilizou, somente 55,6% (ou 44.518) foram assinados no primeiro semestre. Segundo o FNDE, isso aconteceu porque 12.453 selecionados escolheram iniciar seus estudos somente no segundo semestre.

Bruno Esteves


Interessados podem se inscrever até o dia 16 de julho de 2018.

O chamado Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, ou FIES, consiste em um programa criado pelo Ministério da Educação do Brasil cujo escopo fundamental está em auxiliar o financiamento da graduação na educação superior de centenas estudantes matriculados nas instituições universitárias particulares. Deste modo, estão aptos a recorrer ao financiamento todos os estudantes já matriculados em cursos superiores, que possuam avaliação positiva nos processos conduzidos pelo próprio Ministério da Educação.

A importância do Fies é reconhecida em todo o país, devido à grande oportunidade que abre a uma parcela significativa dos estudantes brasileiros.

Portanto, todo candidato que deseja participar deste processo seletivo terá o dever de atender aos pré-requisitos abaixo relacionados:

1 – Não ter concluído o curso superior;

2 – Possuir uma renda familiar mensal bruta, por membro, que atinja até três salários mínimos;

3 – Que tenha participado de alguma das edições do Enem a partir do ano de 2010;

4 – Que tenha obtido, no mínimo, 450 pontos dentro da média das provas e uma nota acima de zero na prova de redação.

Assim, a edição exclusiva, neste segundo semestre de 2018, do Fundo de Financiamento Estudantil, o Fies, tem por meta a abertura do período de inscrições a partir do dia 16 do mês de julho. Em conformidade com dados angariados do próprio órgão do Ministério da Educação, este prazo estipulado para cadastrar a participação está programado para finalizar até uma semana após sua abertura oficial, ou seja, no dia 22 de julho de 2018.

O total de oportunidades, nesse ano, pode chegar a cerca de 150 mil novas vagas para estudantes, as quais deverão ser oferecidas em breve. Existe uma grande expectativa que o número chegue até ao cômputo de 310 mil novos contratos, programados para o devido fechamento em 2018.

Entre muitas das informações que já foram anteriormente divulgadas, a respeito do programa Fies deste segundo semestre de 2018, está o importante dado sobre o retorno possível de limite máximo dos valores de todas as mensalidades cobertas por meio do fundo promovido pelo Ministério da Educação. O mesmo será destinado a retornar aos cursos cujas mensalidades cheguem a um valor de até 7 mil reais, ou ao montante de até 42 mil a cada semestre.

Com relação à aplicação do Fies no primeiro semestre deste ano, o limite de valor estava estipulado em até 30 mil reais, o que configura uma situação que permitiu somente a aderência de alguns cursos, cujo valor da mensalidade chegasse até a 5 mil reais, ou seja, apenas cursos desse porte poderiam ser incluídos na participação do financiamento.

Este detalhe do programa do Fies é conhecido como o teto da semestralidade, ou seja, aquele tipo de limite estabelecido em um valor máximo de até 42 mil reais, que já estava em uso no modelo anterior de realização do Fies. Entretanto, este mesmo valor terminou por ser reduzido quando houve o lançamento do Novo Programa Fies, já que existe uma questão que, segundo o mesmo, justifica o termo que indica a "sustentabilidade" deste programa.

Este recurso com que muitos estudantes brasileiros podem contar constitui um imprescindível auxílio na continuidade dos cursos universitários, facilitando o pagamento, que poderá ser realizado após a graduação, em parcelas suavizadas, ou seja, o estudante poderá negociar o melhor meio de amortizar as parcelas, de acordo com o contrato.

O programa Fies sempre é operacionalizado por meio da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil. Todos os procedimentos desse processo seletivo, desde a adesão das instituições de ensino, da inscrição dos estudantes até a divulgação dos resultados e entrevistas, são sempre realizadas por meio da Internet.

Paulo Henrique dos Santos


Saiba aqui o que fazer para cancelar o Fies.

Quem busca uma alternativa para um financiamento em uma faculdade particular e com parcelas menores e mais tempo para o pagamento, já deve ter ouvido falar do Fundo de Financiamento Estudantil, o Fies. Criado para atender aqueles estudantes que tenham realizado o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, desde 2010 o financiamento atende em duas modalidades: o de juros variáveis, o P-Fies, e o de sem juros, o Fies.

Porém, quando contratado um financiamento como esse, é preciso que o estudante tenha em mente que estará assumindo uma dívida em longo prazo. E muitas vezes, durante o percurso, é possível que surjam algumas dificuldades financeiras, medo de inadimplência ou, como acontece em muitos casos, a desistência de um curso, seja ela definitiva ou temporária.

Com isso, se sabe que não são poucos os motivos que levam alguém a buscar alternativas de cancelar o Fies. Então, se você faz parte desse grupo, porém não sabe como suspender o financiamento, nós te damos as instruções de como seguir.

Avalie a melhor opção

Antes de qualquer coisa, pense muito sobre o que você irá fazer. O encerramento de um financiamento de forma antecipada é mesmo a melhor saída na sua situação?

Lembre disso, pois, se for optado pela antecipação do final do contrato, você ainda terá que pagar por todo o período em que usufruiu e, automaticamente, não estará mais apto a um novo financiamento utilizando o fundo. Sendo assim, uma boa alternativa é a realização da suspensão temporária do mesmo.

Essa solicitação pode ser feita pelo Sistema de Financiamento ao Estudante, o SisFies, podendo partir tanto do agente operador do P-Fies e Fies, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), como do próprio estudante.

Com essa suspensão, o aluno não irá pagar mais pelo financiamento durante um determinado período em que o contrato estiver em modo suspenso. Sendo assim, o pagamento somente será retomado quando ele for ativado novamente pelo estudante.

Porém, vale lembrar que a suspensão temporária do Fies possui um tempo máximo de até dois semestres, ocorrendo esses de forma consecutiva e com solicitação exclusiva pelo SisFies. O aumento da suspensão pode ser solicitado quando há uma transferência de um aluno devido ao encerramento do seu curso em uma instituição de ensino em que está matriculado.

Nos casos excepcionais, o aluno pode ainda procurar a faculdade para apresentar uma justificativa para prorrogação da suspensão por mais um semestre. Assim, a avaliação cabe à Comissão Permanente que supervisiona e acompanha o processo, a CPSA, sendo feito o envio de documento também por ela ao FNDE.

Como suspender o Fies?

A suspensão do Fies, quando do interesse do estudante, pode ser feita pelo site do SisFies, no endereço eletrônico http://sisfies.mec.gov.br/. Os períodos são os seguintes: no financiamento do primeiro semestre, até o dia 15 dos meses de janeiro até maio; e no financiamento do segundo semestre, até o dia 14 dos meses julho até novembro.

A cada semestre que será suspenso, precisa ser enviada uma solicitação individual, sempre cuidando os prazos estipulados para a realização dos pedidos. Concluída a solicitação, a suspensão em caráter temporário precisa ser validada no SisFies pela Comissão Permanente do curso em que o estudante estiver matriculado, em um período máximo de cinco dias. A justificativa do estudante será utilizada para uma avaliação do CPSA, ficando essa com o órgão.

Se a solicitação for atendida pela CPSA, o aluno precisará comparecer na faculdade para realizar o preenchimento e assinar o Documento de Regularidade de Matrícula, DRM- Suspensão. Para os estudantes que aderiram à uma suspensão temporária, não há a necessidade de ir a um banco para justificar qualquer interrupção de caráter provisório do Fies.

Quando o aluno não renova o seu contrato para um semestre, contando o prazo estipulado pelo Ministério da Educação, o MEC, a suspensão temporária do Fies sempre é solicitada por um agente operador do FNDE.

E para cancelar o Fies?

Se mesmo sabendo de tudo isso a sua opção é cancelar o Fies, o procedimento é realizado sempre a cada mês até o 15º dia, ocorrendo de janeiro a maio para o primeiro semestre e de julho a novembro para o segundo semestre. Para isso, basta acessar o portal do SisFies e realizar o login com os seus dados pessoais.

Após, procure pelo item “Encerramento” e, na seqüência, “Aditamentos Disponíveis”. É necessário selecionar qual a opção de pagamento do financiamento, uma vez que o cancelamento somente ocorre após a quitação do Fies.

O cancelamento oficial somente é feito no primeiro dia útil do próximo mês após o pedido. Com isso, o aluno precisará comparecer no banco em que assinou o contrato, num tempo máximo de cinco dias.

Cancela-se assim, por assinatura, o Termo de Encerramento. Para isso, o estudante deverá levar toda a documentação de matrícula da instituição e, em caso de fiança convencional ou até solidária, o fiador irá precisar ir junto para assinar também os documentos.

Caso o beneficiado perca o prazo para a assinatura do Termo de Encerramento, será suspenso o cancelamento do mesmo e o estudante precisará fazer uma nova solicitação.

Após cancelado, o aluno somente poderá usufruir novamente do Fies quando tiver renovado o contrato no SisFies. Esse prazo é informado pelo agente do financiamento, o FNDE.

É importante ressaltar que esse aditamento do contrato, de forma que o Fies cubra novamente as mensalidades, somente é possível para os alunos que optarem por uma suspensão temporária. Perde o direito, portanto, o estudante que decidir pelo cancelamento do financiamento.

Kellen Kunz


Projeto de Lei aprovado prevê liberação de R$ 702 milhões para o FIES.

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) irá receber mais crédito. A liberação desse dinheiro se deu por meio de um projeto de lei que prevê o investimento total de R$ 702,5 milhões para o programa de financiamento estudantil. O projeto teve sua aprovação na última terça-feira, dia 18, realizada pelo Congresso Nacional, por meio de uma votação simbólica.

Na realidade, serão liberados para o Ministério da Educação o total de R$ 1,103 bilhão, que serão divididos entre gastos da realização do Enem, algo em torno de 400,9 milhões, ficando o Fies com o restante do valor, o equivalente a 702,5 milhões, que serão utilizados no pagamento de taxas cobradas pelos bancos oficiais, além de quitar dívidas com as universidades do sistema privado, que são adeptas do programa e que já não recebiam os repasses há quatro meses.

O FIES é um importante programa do Governo Federal que faz a diferença na vida de milhares de estudantes, pois financia cursos de nível superior em universidades privadas para os jovens que aderem ao programa. O Programa chega a financiar o valor quase total das mensalidades de um número considerável de estudantes.

Segundo informações obtidas com o Semesp (Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior), o valor total dos repasses que estão atrasados chega a R$ 5 bilhões, para quitar o equivalente a 2 milhões de contratos firmados com 1.358 instituições de ensino superior.

O Ministério da Educação afirma que o acúmulo de dívidas do Fies ocorreu devido a falta de orçamento financeiro suficiente para cobrir os contratos novos e renovar os antigos.

Coma liberação do crédito pelo Congresso Nacional, as faculdades e universidades privadas do Brasil, que fazem parte do programa do governo, irão receber as solicitações para os adiantamentos e também poderão fazer a renovação de seus fundos, que equivalem ao 2º semestre deste ano.

Apesar de haver muitas divergências em relação a liberação desse crédito, antes mesmo do começo da sessão Renan Calheiros (presidente do Congresso) e Waldir Maranhão (presidente da Câmara) já explicitaram suas opiniões sobre a importância desse programa para estudantes brasileiros, que são considerados uma categoria que possui muita importância para o país. Além disso, o Fies se configura uma importante e fundamental forma de ingresso em cursos superiores que muitos desses estudantes não possuem condições de pagar.

Sirlene Montes


Fies teve elevação na taxa de juros, indo de 3,4% para 6,5% ao ano. Nova medida será válida para os novos contratos através do Fies.

Recentemente, o Conselho Monetário Nacional, CMN, anunciou algumas mudanças em relação ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, o Fies. As mudanças foram anunciadas na última quinta-feira, 23 de julho. Dentre os principais destaques está a elevação da taxa de juros que passou de 3,4% para 6,5% ao ano. Vale destacar que esta medida já tinha sido anunciada ainda em junho pelo ministro da Educação, porém, só agora a mesma foi oficializada.

É importante destacar que o Governo Federal deixou claro que as novas regras, bem como a nova taxa de juros apenas serão válidas para os novos contratos através do Fies. Outro destaque interessante é que essa medida visa um realinhamento da taxa de juros, haja vista o atual cenário fiscal do país, segundo o Ministério da Fazenda.

É importante ressaltar que em nota oficial, o Ministério da Fazenda também destacou que mesmo com a medida adotada ainda será possível o financiamento do Fies através de juros subsidiados. Isso será possível, pois a taxa praticada pelo programa, 6,5%, ainda se mantém abaixo da taxa de mercado.

Vale ressaltar que a taxa de 6,5% ao ano não é a maior da série histórica do Fies. Caso não saiba, até outubro de 2006 a taxa praticada pelo programa era de 9% ao ano. Após isso, até agosto de 2009 a mesma passou a oscilar de 3,5% a 6,5%. E desde março de 2010 a taxa praticada vinha sendo de 3,4%.

Um dos principais objetivos do Governo Federal ao tomar tais medidas foi justamente manter e melhorar a sustentabilidade do programa. Ou seja, a expectativa é que em médio prazo novos alunos que aderiram ao programa sejam financiados de forma direta pelos alunos formados através do Fies.

Outro ponto que sofreu alteração em relação às regras anteriores foi o teto da renda familiar. A nova regra estabelece que o limite seja a renda per capita de 2,5 salários mínimos. Em contrapartida, a regra anterior era bem mais leve: renda familiar bruta de 20 salários mínimos.

Segundo o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, o grande objetivo em relação à mudança na renda é de fato atender aos mais pobres, pois segundo ele é este o público que mais necessita da assistência do Fies. O ministro também destacou que mesmo com a baixa na renda, o número de pessoas que atendem a este pré-requisito ainda é muito grande.

Por Bruno Henrique


Segundo divulgado pelas universidades particulares por meio da Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares), a falta de pagamentos do Governo Federal para o programa do FIES chega a R$500 milhões.

O Governo nega que o valor seja tão alto, mas admite que possa estar ocorrendo eventuais atrasos, o que em parte estaria sendo causado pela demora das próprias universidades em repassar dados dos alunos para o MEC, órgão do Governo Federal responsável pelos pagamentos.

As universidades afirmam que a conta se arrasta desde 2010, e que nesse ritmo medidas poderão ser tomadas já a partir do próximo ano, como a redução do número de alunos atendidos pelo programa.

O FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) é um programa de financiamento estudantil do Governo Federal que custeia, parcial ou integralmente, a mensalidade que deveria ser paga mensalmente pelo aluno à instituição de ensino. Após a formatura, o aluno começa a pagar uma prestação para o Governo, de forma a restituir o valor financiado por este, acrescido de juros e eventuais taxas definidas no contrato.

O FIES era um programa gerido pela Caixa Econômica Federal até 2010, mas passou para o MEC nesse mesmo ano, em função de mudanças como a ampliação da verba disponível. Hoje estima-se que mais de 300 mil alunos de universidades de todo o Brasil utilizem o FIES.

Por Luiz Moreira


Segundo publicação do Ministério da Educação, houve alteração nos regulamentos do fundo garantidor do Financiamento Estudantil (FIES).

Ficou decidido que alunos de baixa renda da rede estadual de ensino não precisarão mais apresentar fiador para requerer o pedido de crédito para ensino de graduação.

Esta nova regulamentação só é válida para aqueles estudantes que possuem renda per capita mensal de um salário mínimo e meio ou estiverem matriculados em cursos de licenciatura.

Os bolsistas do PROUNI também terão a sua disposição este benefício do FIES. Por sua vez, o uso ou não do fiador será feita no momento do pedido do financiamento pelo estudante.

Os interessados em saberem mais sobre o funcionamento do FIES e a nova resolução do MEC devem acessar o site www.caixa.gov.br.

Por Layla Rodrigues





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