Interessados devem se inscrever até o dia 22 de julho de 2018.

Você não vê a hora de entrar para a faculdade e fazer o curso dos seus sonhos? A sua oportunidade pode estar na segunda chamada do FIES 2018. Conforme anunciado Ministério da Educação (MEC), serão ofertadas 155 mil vagas para os estudantes de baixa renda que desejam cursar o Ensino Superior em uma instituição privada.

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) foi desenvolvido em 1999 pelo MEC, tendo como finalidade custear as mensalidades em cursos de graduação para os estudantes que estejam devidamente matriculados em universidades privadas. A intenção do projeto criado é democratizar o ensino entre as pessoas com baixa renda.

A partir desse programa, os estudantes têm acesso a taxas de juros e encargos abaixo daquilo que é cobrado no mercado. Além disso, ele também possibilita o pagamento das mensalidades quando o participante ingressar no mercado de trabalho. As prestações a serem pagas não podem comprometer um valor superior a 10% da renda familiar.

Quer começar os seus estudos ainda esse ano? Confira abaixo tudo que você precisa saber para se inscrever para o FIES 2018 do segundo semestre!

Quem pode se inscrever?

Para participar do FIES você deve ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), nas edições a partir do ano de 2010, tendo obtido a nota mínima de 450 pontos, e não ter zerado a redação. É imprescindível que o candidato comprove que tem renda familiar de três até cinco salários mínimos, de acordo com a categoria em que se inscrever.

As pessoas interessadas em pleitear uma vaga desse programa também precisam ter concluído o Ensino Médio e nunca ter terminado um Curso Superior. É possível se inscrever nos cursos ofertados pelas instituições de ensino que estão regularmente cadastradas no FIES, e o curso tem que ter atingido um conceito positivo na avaliação realizada pelo MEC.

Vagas oferecidas para o segundo semestre de 2018

De todas as vagas abertas pelo FIES, 50 mil serão voltadas para os candidatos que tenham renda per capita de no máximo três salários mínimos por mês. Nessa situação, é possível financiar a partir de 50% do curso, tendo limite por semestre de R$ 24 MIL.

As outras oportunidades são destinadas para a categoria P-FIES, ou seja, para os estudantes que apresentam uma renda per capita familiar de no máximo cinco salários mínimos. Para esse quadro, os recursos são providos pelos Agentes Operadores de Crédito e Fundos Constitucionais.

Como se inscrever?

Todos os procedimentos necessários para se inscrever no FIES devem ser feitos por meio da internet, até o dia 22 de julho de 2018. Acesse o site oficial do programa e clique em ‘’Inscreva-se’’, preencha os seus dados pessoais, selecione a faculdade e o curso do seu interesse, além de escolher a categoria de financiamento em que se enquadra.

A documentação exigida para o seu cadastramento normalmente inclui o RG, CPF, comprovante de residência, o documento com o número de inscrição e o termo de concessão de usufruto gerado pelo ProUni.

Após a inscrição é preciso aguardar a divulgação do resultado, o que é feito depois que o seu desempenho no Enem for consultado. Estima-se que o resultado com o nome dos candidatos aprovados será divulgado a partir do dia 27 de julho, contendo apenas uma chamada. Aqueles que forem pré-selecionados terão que completar o processo de inscrição e assinar o contrato de funcionamento do dia 27 a 31 do mesmo mês.

Durante essa etapa, o candidato vai ter que apresentar os seus documentos pessoais e cópias, além de comprovar o valor da renda informada no ato da inscrição. Feita a confirmação, a matrícula do estudante poderá ser efetuada com sucesso.

Texto por Simone Leal


Interessados podem se inscrever até o dia 16 de julho de 2018.

O chamado Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, ou FIES, consiste em um programa criado pelo Ministério da Educação do Brasil cujo escopo fundamental está em auxiliar o financiamento da graduação na educação superior de centenas estudantes matriculados nas instituições universitárias particulares. Deste modo, estão aptos a recorrer ao financiamento todos os estudantes já matriculados em cursos superiores, que possuam avaliação positiva nos processos conduzidos pelo próprio Ministério da Educação.

A importância do Fies é reconhecida em todo o país, devido à grande oportunidade que abre a uma parcela significativa dos estudantes brasileiros.

Portanto, todo candidato que deseja participar deste processo seletivo terá o dever de atender aos pré-requisitos abaixo relacionados:

1 – Não ter concluído o curso superior;

2 – Possuir uma renda familiar mensal bruta, por membro, que atinja até três salários mínimos;

3 – Que tenha participado de alguma das edições do Enem a partir do ano de 2010;

4 – Que tenha obtido, no mínimo, 450 pontos dentro da média das provas e uma nota acima de zero na prova de redação.

Assim, a edição exclusiva, neste segundo semestre de 2018, do Fundo de Financiamento Estudantil, o Fies, tem por meta a abertura do período de inscrições a partir do dia 16 do mês de julho. Em conformidade com dados angariados do próprio órgão do Ministério da Educação, este prazo estipulado para cadastrar a participação está programado para finalizar até uma semana após sua abertura oficial, ou seja, no dia 22 de julho de 2018.

O total de oportunidades, nesse ano, pode chegar a cerca de 150 mil novas vagas para estudantes, as quais deverão ser oferecidas em breve. Existe uma grande expectativa que o número chegue até ao cômputo de 310 mil novos contratos, programados para o devido fechamento em 2018.

Entre muitas das informações que já foram anteriormente divulgadas, a respeito do programa Fies deste segundo semestre de 2018, está o importante dado sobre o retorno possível de limite máximo dos valores de todas as mensalidades cobertas por meio do fundo promovido pelo Ministério da Educação. O mesmo será destinado a retornar aos cursos cujas mensalidades cheguem a um valor de até 7 mil reais, ou ao montante de até 42 mil a cada semestre.

Com relação à aplicação do Fies no primeiro semestre deste ano, o limite de valor estava estipulado em até 30 mil reais, o que configura uma situação que permitiu somente a aderência de alguns cursos, cujo valor da mensalidade chegasse até a 5 mil reais, ou seja, apenas cursos desse porte poderiam ser incluídos na participação do financiamento.

Este detalhe do programa do Fies é conhecido como o teto da semestralidade, ou seja, aquele tipo de limite estabelecido em um valor máximo de até 42 mil reais, que já estava em uso no modelo anterior de realização do Fies. Entretanto, este mesmo valor terminou por ser reduzido quando houve o lançamento do Novo Programa Fies, já que existe uma questão que, segundo o mesmo, justifica o termo que indica a "sustentabilidade" deste programa.

Este recurso com que muitos estudantes brasileiros podem contar constitui um imprescindível auxílio na continuidade dos cursos universitários, facilitando o pagamento, que poderá ser realizado após a graduação, em parcelas suavizadas, ou seja, o estudante poderá negociar o melhor meio de amortizar as parcelas, de acordo com o contrato.

O programa Fies sempre é operacionalizado por meio da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil. Todos os procedimentos desse processo seletivo, desde a adesão das instituições de ensino, da inscrição dos estudantes até a divulgação dos resultados e entrevistas, são sempre realizadas por meio da Internet.

Paulo Henrique dos Santos


Saiba aqui o que fazer para cancelar o Fies.

Quem busca uma alternativa para um financiamento em uma faculdade particular e com parcelas menores e mais tempo para o pagamento, já deve ter ouvido falar do Fundo de Financiamento Estudantil, o Fies. Criado para atender aqueles estudantes que tenham realizado o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, desde 2010 o financiamento atende em duas modalidades: o de juros variáveis, o P-Fies, e o de sem juros, o Fies.

Porém, quando contratado um financiamento como esse, é preciso que o estudante tenha em mente que estará assumindo uma dívida em longo prazo. E muitas vezes, durante o percurso, é possível que surjam algumas dificuldades financeiras, medo de inadimplência ou, como acontece em muitos casos, a desistência de um curso, seja ela definitiva ou temporária.

Com isso, se sabe que não são poucos os motivos que levam alguém a buscar alternativas de cancelar o Fies. Então, se você faz parte desse grupo, porém não sabe como suspender o financiamento, nós te damos as instruções de como seguir.

Avalie a melhor opção

Antes de qualquer coisa, pense muito sobre o que você irá fazer. O encerramento de um financiamento de forma antecipada é mesmo a melhor saída na sua situação?

Lembre disso, pois, se for optado pela antecipação do final do contrato, você ainda terá que pagar por todo o período em que usufruiu e, automaticamente, não estará mais apto a um novo financiamento utilizando o fundo. Sendo assim, uma boa alternativa é a realização da suspensão temporária do mesmo.

Essa solicitação pode ser feita pelo Sistema de Financiamento ao Estudante, o SisFies, podendo partir tanto do agente operador do P-Fies e Fies, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), como do próprio estudante.

Com essa suspensão, o aluno não irá pagar mais pelo financiamento durante um determinado período em que o contrato estiver em modo suspenso. Sendo assim, o pagamento somente será retomado quando ele for ativado novamente pelo estudante.

Porém, vale lembrar que a suspensão temporária do Fies possui um tempo máximo de até dois semestres, ocorrendo esses de forma consecutiva e com solicitação exclusiva pelo SisFies. O aumento da suspensão pode ser solicitado quando há uma transferência de um aluno devido ao encerramento do seu curso em uma instituição de ensino em que está matriculado.

Nos casos excepcionais, o aluno pode ainda procurar a faculdade para apresentar uma justificativa para prorrogação da suspensão por mais um semestre. Assim, a avaliação cabe à Comissão Permanente que supervisiona e acompanha o processo, a CPSA, sendo feito o envio de documento também por ela ao FNDE.

Como suspender o Fies?

A suspensão do Fies, quando do interesse do estudante, pode ser feita pelo site do SisFies, no endereço eletrônico http://sisfies.mec.gov.br/. Os períodos são os seguintes: no financiamento do primeiro semestre, até o dia 15 dos meses de janeiro até maio; e no financiamento do segundo semestre, até o dia 14 dos meses julho até novembro.

A cada semestre que será suspenso, precisa ser enviada uma solicitação individual, sempre cuidando os prazos estipulados para a realização dos pedidos. Concluída a solicitação, a suspensão em caráter temporário precisa ser validada no SisFies pela Comissão Permanente do curso em que o estudante estiver matriculado, em um período máximo de cinco dias. A justificativa do estudante será utilizada para uma avaliação do CPSA, ficando essa com o órgão.

Se a solicitação for atendida pela CPSA, o aluno precisará comparecer na faculdade para realizar o preenchimento e assinar o Documento de Regularidade de Matrícula, DRM- Suspensão. Para os estudantes que aderiram à uma suspensão temporária, não há a necessidade de ir a um banco para justificar qualquer interrupção de caráter provisório do Fies.

Quando o aluno não renova o seu contrato para um semestre, contando o prazo estipulado pelo Ministério da Educação, o MEC, a suspensão temporária do Fies sempre é solicitada por um agente operador do FNDE.

E para cancelar o Fies?

Se mesmo sabendo de tudo isso a sua opção é cancelar o Fies, o procedimento é realizado sempre a cada mês até o 15º dia, ocorrendo de janeiro a maio para o primeiro semestre e de julho a novembro para o segundo semestre. Para isso, basta acessar o portal do SisFies e realizar o login com os seus dados pessoais.

Após, procure pelo item “Encerramento” e, na seqüência, “Aditamentos Disponíveis”. É necessário selecionar qual a opção de pagamento do financiamento, uma vez que o cancelamento somente ocorre após a quitação do Fies.

O cancelamento oficial somente é feito no primeiro dia útil do próximo mês após o pedido. Com isso, o aluno precisará comparecer no banco em que assinou o contrato, num tempo máximo de cinco dias.

Cancela-se assim, por assinatura, o Termo de Encerramento. Para isso, o estudante deverá levar toda a documentação de matrícula da instituição e, em caso de fiança convencional ou até solidária, o fiador irá precisar ir junto para assinar também os documentos.

Caso o beneficiado perca o prazo para a assinatura do Termo de Encerramento, será suspenso o cancelamento do mesmo e o estudante precisará fazer uma nova solicitação.

Após cancelado, o aluno somente poderá usufruir novamente do Fies quando tiver renovado o contrato no SisFies. Esse prazo é informado pelo agente do financiamento, o FNDE.

É importante ressaltar que esse aditamento do contrato, de forma que o Fies cubra novamente as mensalidades, somente é possível para os alunos que optarem por uma suspensão temporária. Perde o direito, portanto, o estudante que decidir pelo cancelamento do financiamento.

Kellen Kunz


Projeto de Lei aprovado prevê liberação de R$ 702 milhões para o FIES.

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) irá receber mais crédito. A liberação desse dinheiro se deu por meio de um projeto de lei que prevê o investimento total de R$ 702,5 milhões para o programa de financiamento estudantil. O projeto teve sua aprovação na última terça-feira, dia 18, realizada pelo Congresso Nacional, por meio de uma votação simbólica.

Na realidade, serão liberados para o Ministério da Educação o total de R$ 1,103 bilhão, que serão divididos entre gastos da realização do Enem, algo em torno de 400,9 milhões, ficando o Fies com o restante do valor, o equivalente a 702,5 milhões, que serão utilizados no pagamento de taxas cobradas pelos bancos oficiais, além de quitar dívidas com as universidades do sistema privado, que são adeptas do programa e que já não recebiam os repasses há quatro meses.

O FIES é um importante programa do Governo Federal que faz a diferença na vida de milhares de estudantes, pois financia cursos de nível superior em universidades privadas para os jovens que aderem ao programa. O Programa chega a financiar o valor quase total das mensalidades de um número considerável de estudantes.

Segundo informações obtidas com o Semesp (Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior), o valor total dos repasses que estão atrasados chega a R$ 5 bilhões, para quitar o equivalente a 2 milhões de contratos firmados com 1.358 instituições de ensino superior.

O Ministério da Educação afirma que o acúmulo de dívidas do Fies ocorreu devido a falta de orçamento financeiro suficiente para cobrir os contratos novos e renovar os antigos.

Coma liberação do crédito pelo Congresso Nacional, as faculdades e universidades privadas do Brasil, que fazem parte do programa do governo, irão receber as solicitações para os adiantamentos e também poderão fazer a renovação de seus fundos, que equivalem ao 2º semestre deste ano.

Apesar de haver muitas divergências em relação a liberação desse crédito, antes mesmo do começo da sessão Renan Calheiros (presidente do Congresso) e Waldir Maranhão (presidente da Câmara) já explicitaram suas opiniões sobre a importância desse programa para estudantes brasileiros, que são considerados uma categoria que possui muita importância para o país. Além disso, o Fies se configura uma importante e fundamental forma de ingresso em cursos superiores que muitos desses estudantes não possuem condições de pagar.

Sirlene Montes


Foi aprovado um decreto que reduz o tempo para o pagamento posterior do Fies em 12 meses após a conclusão do curso.

O programa de Financiamento Estudantil do Governo Federal (Fies) vai passar por uma mudança este ano. Na última terça-feira (dia 11), foi aprovado e publicado em DOU, um decreto que reduz o período para pagamento posterior do financiamento em 12 meses após a conclusão do curso. A regra, no entanto, é para os novos contratos e os alunos que já participavam do programa continuam com o prazo de 12 meses a mais para o pagamento, posterior à sua colação de grau.

A regra anterior é que o pagamento do saldo devedor poderia ser feito em período equivalente a até três vezes o prazo de seu financiamento (ou permanência na instituição) com o acréscimo de 12 meses. Agora, o acréscimo de 12 meses não existe mais, e o formando tem somente o prazo de sua permanência no financiamento, multiplicado por três.

O decreto publicado na terça-feira corrige o texto do decreto nº 7.990 do dia 15 de agosto de 2012, assinado pela presidente Dilma Rousseff, retirando o acréscimo dos 12 meses após o prazo.

A medida já estará em vigor para os alunos que aderirem o Fies já no segundo semestre deste ano. A lista dos pré-selecionados para o benefício seria divulgada no último dia 10, mas foi adiada por determinação da justiça. Segundo o pedido de suspensão, os critérios utilizados para distribuir as vagas do financiamento entre as instituições apresentariam “desigualdades e inconsistências”. A suspensão valerá até que o MEC esclareça o critério que utiliza para a seleção das instituições participantes.

A alteração, no entanto, não mexe com o prazo máximo para o começo do pagamento da dívida: o aluno continua com o prazo de 19 meses após sua formatura, para o começo do pagamento de seu financiamento, porém aquele que desejar adiantar parcelas poderá fazê-lo, se for de seu interesse.

Essa medida pode ser uma forma de o Governo Federal recuperar mais rapidamente seus recursos aplicados no Fies e evitar a inadimplência por parte dos alunos beneficiados. Basta analisar, num futuro próximo, se a diminuição do prazo trará algum prejuízo para que os alunos recém-formados (e que por vezes recebem menos por estar em começo de carreira) consigam quitar toda a dívida.

Por Patrícia Generoso


Segundo divulgado pelas universidades particulares por meio da Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares), a falta de pagamentos do Governo Federal para o programa do FIES chega a R$500 milhões.

O Governo nega que o valor seja tão alto, mas admite que possa estar ocorrendo eventuais atrasos, o que em parte estaria sendo causado pela demora das próprias universidades em repassar dados dos alunos para o MEC, órgão do Governo Federal responsável pelos pagamentos.

As universidades afirmam que a conta se arrasta desde 2010, e que nesse ritmo medidas poderão ser tomadas já a partir do próximo ano, como a redução do número de alunos atendidos pelo programa.

O FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) é um programa de financiamento estudantil do Governo Federal que custeia, parcial ou integralmente, a mensalidade que deveria ser paga mensalmente pelo aluno à instituição de ensino. Após a formatura, o aluno começa a pagar uma prestação para o Governo, de forma a restituir o valor financiado por este, acrescido de juros e eventuais taxas definidas no contrato.

O FIES era um programa gerido pela Caixa Econômica Federal até 2010, mas passou para o MEC nesse mesmo ano, em função de mudanças como a ampliação da verba disponível. Hoje estima-se que mais de 300 mil alunos de universidades de todo o Brasil utilizem o FIES.

Por Luiz Moreira


O FIES (Financiamento Estudantil), programa do Ministério da Educação destinado a estudantes matriculados em graduação em faculdades particulares, é uma ótima oportunidade para financiar o curso com taxas e juros reduzidos.

Desde 2010 o FIES funciona em um novo formato. Os juros caíram para 3,4%, ao ano, por conta do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) passar a ser o Agente Operador do Programa, e a solicitação do financiamento passou a ser permitido em qualquer período do ano.

O site sisfiesportal.mec.gov.br traz outra novidade. A partir de 29 de julho de 2011, os estudantes que concluíram o Ensino Médio a partir do ano letivo de 2010 e queiram solicitar o FIES deverão ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 ou ano posterior.

O estudante que conseguir o financiamento deverá a cada três meses pagar uma taxa de R$ 50,00 que é usada para amortizar os juros. O financiamento poderá ser pago 18 meses depois de formado e empregado. Ao final da carência, o saldo devedor do estudante será dividido em até 13 anos [3 x 4 anos (período financiado do curso) + 12 meses].

O site citado acima traz de forma explicativa como funciona o programa, as regras, tais como simulação de financiamento, além do link para inscrição, perguntas frequentes e o passo a passo.

Por Adoniran Peres


Será lançado no dia 28 de abril de 2011 o Pronatec – Programa Nacional de Acesso à Escola Técnica. A presidente Dilma Rousseff junto com o atual ministro da Educação colocará em pratica o primeiro projeto educacional do novo governo.

O Pronatec tem como objetivo o financiamento estudantil e a criação de bolsas de estudo para que os alunos ingressem em cursos técnicos e também profissionalizantes.

O financiamento estudantil será realizado através de um programa já existente, o Fies que já beneficia estudantes do ensino superior com empréstimos a juros bem mais baixos que o normal.

A meta do governo é de capacitar e formar cerca de 3 milhões de alunos até o ano de 2014, através dos cursos técnicos e profissionalizantes. Além de incluir todos os cadastrados no programa Bolsa Família e aqueles que já utilizaram o seguro desemprego mais de uma vez também serão beneficiados.

E de acordo com o MEC, todas as empresas que estiverem interessadas em capacitar seus funcionários podem se inscrever no Pronatec para garantir a qualificação de seus profissionais.

Por Milena Evelyn





CONTINUE NAVEGANDO: