Interessados podem se inscrever até o dia 16 de julho de 2018.

O chamado Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, ou FIES, consiste em um programa criado pelo Ministério da Educação do Brasil cujo escopo fundamental está em auxiliar o financiamento da graduação na educação superior de centenas estudantes matriculados nas instituições universitárias particulares. Deste modo, estão aptos a recorrer ao financiamento todos os estudantes já matriculados em cursos superiores, que possuam avaliação positiva nos processos conduzidos pelo próprio Ministério da Educação.

A importância do Fies é reconhecida em todo o país, devido à grande oportunidade que abre a uma parcela significativa dos estudantes brasileiros.

Portanto, todo candidato que deseja participar deste processo seletivo terá o dever de atender aos pré-requisitos abaixo relacionados:

1 – Não ter concluído o curso superior;

2 – Possuir uma renda familiar mensal bruta, por membro, que atinja até três salários mínimos;

3 – Que tenha participado de alguma das edições do Enem a partir do ano de 2010;

4 – Que tenha obtido, no mínimo, 450 pontos dentro da média das provas e uma nota acima de zero na prova de redação.

Assim, a edição exclusiva, neste segundo semestre de 2018, do Fundo de Financiamento Estudantil, o Fies, tem por meta a abertura do período de inscrições a partir do dia 16 do mês de julho. Em conformidade com dados angariados do próprio órgão do Ministério da Educação, este prazo estipulado para cadastrar a participação está programado para finalizar até uma semana após sua abertura oficial, ou seja, no dia 22 de julho de 2018.

O total de oportunidades, nesse ano, pode chegar a cerca de 150 mil novas vagas para estudantes, as quais deverão ser oferecidas em breve. Existe uma grande expectativa que o número chegue até ao cômputo de 310 mil novos contratos, programados para o devido fechamento em 2018.

Entre muitas das informações que já foram anteriormente divulgadas, a respeito do programa Fies deste segundo semestre de 2018, está o importante dado sobre o retorno possível de limite máximo dos valores de todas as mensalidades cobertas por meio do fundo promovido pelo Ministério da Educação. O mesmo será destinado a retornar aos cursos cujas mensalidades cheguem a um valor de até 7 mil reais, ou ao montante de até 42 mil a cada semestre.

Com relação à aplicação do Fies no primeiro semestre deste ano, o limite de valor estava estipulado em até 30 mil reais, o que configura uma situação que permitiu somente a aderência de alguns cursos, cujo valor da mensalidade chegasse até a 5 mil reais, ou seja, apenas cursos desse porte poderiam ser incluídos na participação do financiamento.

Este detalhe do programa do Fies é conhecido como o teto da semestralidade, ou seja, aquele tipo de limite estabelecido em um valor máximo de até 42 mil reais, que já estava em uso no modelo anterior de realização do Fies. Entretanto, este mesmo valor terminou por ser reduzido quando houve o lançamento do Novo Programa Fies, já que existe uma questão que, segundo o mesmo, justifica o termo que indica a "sustentabilidade" deste programa.

Este recurso com que muitos estudantes brasileiros podem contar constitui um imprescindível auxílio na continuidade dos cursos universitários, facilitando o pagamento, que poderá ser realizado após a graduação, em parcelas suavizadas, ou seja, o estudante poderá negociar o melhor meio de amortizar as parcelas, de acordo com o contrato.

O programa Fies sempre é operacionalizado por meio da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil. Todos os procedimentos desse processo seletivo, desde a adesão das instituições de ensino, da inscrição dos estudantes até a divulgação dos resultados e entrevistas, são sempre realizadas por meio da Internet.

Paulo Henrique dos Santos


Saiba aqui o que fazer para cancelar o Fies.

Quem busca uma alternativa para um financiamento em uma faculdade particular e com parcelas menores e mais tempo para o pagamento, já deve ter ouvido falar do Fundo de Financiamento Estudantil, o Fies. Criado para atender aqueles estudantes que tenham realizado o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, desde 2010 o financiamento atende em duas modalidades: o de juros variáveis, o P-Fies, e o de sem juros, o Fies.

Porém, quando contratado um financiamento como esse, é preciso que o estudante tenha em mente que estará assumindo uma dívida em longo prazo. E muitas vezes, durante o percurso, é possível que surjam algumas dificuldades financeiras, medo de inadimplência ou, como acontece em muitos casos, a desistência de um curso, seja ela definitiva ou temporária.

Com isso, se sabe que não são poucos os motivos que levam alguém a buscar alternativas de cancelar o Fies. Então, se você faz parte desse grupo, porém não sabe como suspender o financiamento, nós te damos as instruções de como seguir.

Avalie a melhor opção

Antes de qualquer coisa, pense muito sobre o que você irá fazer. O encerramento de um financiamento de forma antecipada é mesmo a melhor saída na sua situação?

Lembre disso, pois, se for optado pela antecipação do final do contrato, você ainda terá que pagar por todo o período em que usufruiu e, automaticamente, não estará mais apto a um novo financiamento utilizando o fundo. Sendo assim, uma boa alternativa é a realização da suspensão temporária do mesmo.

Essa solicitação pode ser feita pelo Sistema de Financiamento ao Estudante, o SisFies, podendo partir tanto do agente operador do P-Fies e Fies, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), como do próprio estudante.

Com essa suspensão, o aluno não irá pagar mais pelo financiamento durante um determinado período em que o contrato estiver em modo suspenso. Sendo assim, o pagamento somente será retomado quando ele for ativado novamente pelo estudante.

Porém, vale lembrar que a suspensão temporária do Fies possui um tempo máximo de até dois semestres, ocorrendo esses de forma consecutiva e com solicitação exclusiva pelo SisFies. O aumento da suspensão pode ser solicitado quando há uma transferência de um aluno devido ao encerramento do seu curso em uma instituição de ensino em que está matriculado.

Nos casos excepcionais, o aluno pode ainda procurar a faculdade para apresentar uma justificativa para prorrogação da suspensão por mais um semestre. Assim, a avaliação cabe à Comissão Permanente que supervisiona e acompanha o processo, a CPSA, sendo feito o envio de documento também por ela ao FNDE.

Como suspender o Fies?

A suspensão do Fies, quando do interesse do estudante, pode ser feita pelo site do SisFies, no endereço eletrônico http://sisfies.mec.gov.br/. Os períodos são os seguintes: no financiamento do primeiro semestre, até o dia 15 dos meses de janeiro até maio; e no financiamento do segundo semestre, até o dia 14 dos meses julho até novembro.

A cada semestre que será suspenso, precisa ser enviada uma solicitação individual, sempre cuidando os prazos estipulados para a realização dos pedidos. Concluída a solicitação, a suspensão em caráter temporário precisa ser validada no SisFies pela Comissão Permanente do curso em que o estudante estiver matriculado, em um período máximo de cinco dias. A justificativa do estudante será utilizada para uma avaliação do CPSA, ficando essa com o órgão.

Se a solicitação for atendida pela CPSA, o aluno precisará comparecer na faculdade para realizar o preenchimento e assinar o Documento de Regularidade de Matrícula, DRM- Suspensão. Para os estudantes que aderiram à uma suspensão temporária, não há a necessidade de ir a um banco para justificar qualquer interrupção de caráter provisório do Fies.

Quando o aluno não renova o seu contrato para um semestre, contando o prazo estipulado pelo Ministério da Educação, o MEC, a suspensão temporária do Fies sempre é solicitada por um agente operador do FNDE.

E para cancelar o Fies?

Se mesmo sabendo de tudo isso a sua opção é cancelar o Fies, o procedimento é realizado sempre a cada mês até o 15º dia, ocorrendo de janeiro a maio para o primeiro semestre e de julho a novembro para o segundo semestre. Para isso, basta acessar o portal do SisFies e realizar o login com os seus dados pessoais.

Após, procure pelo item “Encerramento” e, na seqüência, “Aditamentos Disponíveis”. É necessário selecionar qual a opção de pagamento do financiamento, uma vez que o cancelamento somente ocorre após a quitação do Fies.

O cancelamento oficial somente é feito no primeiro dia útil do próximo mês após o pedido. Com isso, o aluno precisará comparecer no banco em que assinou o contrato, num tempo máximo de cinco dias.

Cancela-se assim, por assinatura, o Termo de Encerramento. Para isso, o estudante deverá levar toda a documentação de matrícula da instituição e, em caso de fiança convencional ou até solidária, o fiador irá precisar ir junto para assinar também os documentos.

Caso o beneficiado perca o prazo para a assinatura do Termo de Encerramento, será suspenso o cancelamento do mesmo e o estudante precisará fazer uma nova solicitação.

Após cancelado, o aluno somente poderá usufruir novamente do Fies quando tiver renovado o contrato no SisFies. Esse prazo é informado pelo agente do financiamento, o FNDE.

É importante ressaltar que esse aditamento do contrato, de forma que o Fies cubra novamente as mensalidades, somente é possível para os alunos que optarem por uma suspensão temporária. Perde o direito, portanto, o estudante que decidir pelo cancelamento do financiamento.

Kellen Kunz


Os estudantes já podem acessar o site do programa e atualizar suas informações para continuarem a ser beneficiados pelo Fundo.

Os contratos do financiamento estudantil formalizados até o dia 31 de dezembro de 2016 já estão disponíveis para renovação.

Na segunda-feira, dia 09 de janeiro, o acesso foi liberado para as Instituições de Ensino Superior cadastrarem os dados de seus alunos beneficiados no sistema, com prazo máximo até dia 30 de abril. Sendo assim, os estudantes já podem acessar o site (www.novofies.com.br/renovacao-aditamento.htm) e atualizar suas informações para continuarem a ser beneficiados pelo Fundo. Os processos de inscrição, renovação e obtenção de informações sobre o Fies são fáceis e podem ser realizados pela internet.

O processo de aditamento é iniciado pelas faculdades diretamente no Sistema Fies, e em seguida, cabe ao aluno verificar se as informações passadas estão corretas e então validá-las. O sistema trabalha com dois tipos de aditamentos. Têm-se o aditamento não simplificado, que é aquele no qual há alterações nas cláusulas do contrato, como mudança de instituição ou localidade. Neste modelo, é necessário que o aluno leve uma documentação, fornecida pela faculdade, que comprove as mudanças para o banco agente financeiro a fim de realizar a renovação. E também existe o aditamento simples, no qual basta o aluno validar suas informações e já pode estar apto à renovação.

Novas inscrições para o benefício do SisFies 2017 serão abertas a partir de fevereiro. Este ano, cerca de 220 mil vagas, número próximo ao de 2016, devem ser abertas para novas inscrições, assegurou Mendonça Filho, Ministro da Educação. O número de vagas pôde ser estimado e repassado para os mais de 1,5milhão de beneficiados pela primeira vez pelo governo, pois já existe garantia do dinheiro. Em 2016, atrasos em 3 meses no repasse do dinheiro para as Instituições, prorrogaram duas vezes o prazo de aditamento para o primeiro semestre de 2017, no qual ficaram 30 mil alunos sem a renovação do serviço.

O Fies é um programa do governo criado em 1999 que visa financiar o estudo no Ensino Superior de estudantes que não tem condições financeiras para arcar com os custos. Podem participar aqueles que já estão matriculados em Instituições privadas que possuam cadastro no Fies e uma boa avaliação pelo MEC, e que apresentem comprovação de renda que não ultrapasse 2,5 salários mínimos por pessoa em casa, além de ter obtido nota mínima no ENEM de 450 sem ter zerado a redação. Todas as informações podem ser acessadas pelo site http://sisfiesportal.mec.gov.br.

Por Rodrigo Souza de Jesus


Projeto de Lei aprovado prevê liberação de R$ 702 milhões para o FIES.

O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) irá receber mais crédito. A liberação desse dinheiro se deu por meio de um projeto de lei que prevê o investimento total de R$ 702,5 milhões para o programa de financiamento estudantil. O projeto teve sua aprovação na última terça-feira, dia 18, realizada pelo Congresso Nacional, por meio de uma votação simbólica.

Na realidade, serão liberados para o Ministério da Educação o total de R$ 1,103 bilhão, que serão divididos entre gastos da realização do Enem, algo em torno de 400,9 milhões, ficando o Fies com o restante do valor, o equivalente a 702,5 milhões, que serão utilizados no pagamento de taxas cobradas pelos bancos oficiais, além de quitar dívidas com as universidades do sistema privado, que são adeptas do programa e que já não recebiam os repasses há quatro meses.

O FIES é um importante programa do Governo Federal que faz a diferença na vida de milhares de estudantes, pois financia cursos de nível superior em universidades privadas para os jovens que aderem ao programa. O Programa chega a financiar o valor quase total das mensalidades de um número considerável de estudantes.

Segundo informações obtidas com o Semesp (Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior), o valor total dos repasses que estão atrasados chega a R$ 5 bilhões, para quitar o equivalente a 2 milhões de contratos firmados com 1.358 instituições de ensino superior.

O Ministério da Educação afirma que o acúmulo de dívidas do Fies ocorreu devido a falta de orçamento financeiro suficiente para cobrir os contratos novos e renovar os antigos.

Coma liberação do crédito pelo Congresso Nacional, as faculdades e universidades privadas do Brasil, que fazem parte do programa do governo, irão receber as solicitações para os adiantamentos e também poderão fazer a renovação de seus fundos, que equivalem ao 2º semestre deste ano.

Apesar de haver muitas divergências em relação a liberação desse crédito, antes mesmo do começo da sessão Renan Calheiros (presidente do Congresso) e Waldir Maranhão (presidente da Câmara) já explicitaram suas opiniões sobre a importância desse programa para estudantes brasileiros, que são considerados uma categoria que possui muita importância para o país. Além disso, o Fies se configura uma importante e fundamental forma de ingresso em cursos superiores que muitos desses estudantes não possuem condições de pagar.

Sirlene Montes


Foi aprovado um decreto que reduz o tempo para o pagamento posterior do Fies em 12 meses após a conclusão do curso.

O programa de Financiamento Estudantil do Governo Federal (Fies) vai passar por uma mudança este ano. Na última terça-feira (dia 11), foi aprovado e publicado em DOU, um decreto que reduz o período para pagamento posterior do financiamento em 12 meses após a conclusão do curso. A regra, no entanto, é para os novos contratos e os alunos que já participavam do programa continuam com o prazo de 12 meses a mais para o pagamento, posterior à sua colação de grau.

A regra anterior é que o pagamento do saldo devedor poderia ser feito em período equivalente a até três vezes o prazo de seu financiamento (ou permanência na instituição) com o acréscimo de 12 meses. Agora, o acréscimo de 12 meses não existe mais, e o formando tem somente o prazo de sua permanência no financiamento, multiplicado por três.

O decreto publicado na terça-feira corrige o texto do decreto nº 7.990 do dia 15 de agosto de 2012, assinado pela presidente Dilma Rousseff, retirando o acréscimo dos 12 meses após o prazo.

A medida já estará em vigor para os alunos que aderirem o Fies já no segundo semestre deste ano. A lista dos pré-selecionados para o benefício seria divulgada no último dia 10, mas foi adiada por determinação da justiça. Segundo o pedido de suspensão, os critérios utilizados para distribuir as vagas do financiamento entre as instituições apresentariam “desigualdades e inconsistências”. A suspensão valerá até que o MEC esclareça o critério que utiliza para a seleção das instituições participantes.

A alteração, no entanto, não mexe com o prazo máximo para o começo do pagamento da dívida: o aluno continua com o prazo de 19 meses após sua formatura, para o começo do pagamento de seu financiamento, porém aquele que desejar adiantar parcelas poderá fazê-lo, se for de seu interesse.

Essa medida pode ser uma forma de o Governo Federal recuperar mais rapidamente seus recursos aplicados no Fies e evitar a inadimplência por parte dos alunos beneficiados. Basta analisar, num futuro próximo, se a diminuição do prazo trará algum prejuízo para que os alunos recém-formados (e que por vezes recebem menos por estar em começo de carreira) consigam quitar toda a dívida.

Por Patrícia Generoso


Fies teve elevação na taxa de juros, indo de 3,4% para 6,5% ao ano. Nova medida será válida para os novos contratos através do Fies.

Recentemente, o Conselho Monetário Nacional, CMN, anunciou algumas mudanças em relação ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, o Fies. As mudanças foram anunciadas na última quinta-feira, 23 de julho. Dentre os principais destaques está a elevação da taxa de juros que passou de 3,4% para 6,5% ao ano. Vale destacar que esta medida já tinha sido anunciada ainda em junho pelo ministro da Educação, porém, só agora a mesma foi oficializada.

É importante destacar que o Governo Federal deixou claro que as novas regras, bem como a nova taxa de juros apenas serão válidas para os novos contratos através do Fies. Outro destaque interessante é que essa medida visa um realinhamento da taxa de juros, haja vista o atual cenário fiscal do país, segundo o Ministério da Fazenda.

É importante ressaltar que em nota oficial, o Ministério da Fazenda também destacou que mesmo com a medida adotada ainda será possível o financiamento do Fies através de juros subsidiados. Isso será possível, pois a taxa praticada pelo programa, 6,5%, ainda se mantém abaixo da taxa de mercado.

Vale ressaltar que a taxa de 6,5% ao ano não é a maior da série histórica do Fies. Caso não saiba, até outubro de 2006 a taxa praticada pelo programa era de 9% ao ano. Após isso, até agosto de 2009 a mesma passou a oscilar de 3,5% a 6,5%. E desde março de 2010 a taxa praticada vinha sendo de 3,4%.

Um dos principais objetivos do Governo Federal ao tomar tais medidas foi justamente manter e melhorar a sustentabilidade do programa. Ou seja, a expectativa é que em médio prazo novos alunos que aderiram ao programa sejam financiados de forma direta pelos alunos formados através do Fies.

Outro ponto que sofreu alteração em relação às regras anteriores foi o teto da renda familiar. A nova regra estabelece que o limite seja a renda per capita de 2,5 salários mínimos. Em contrapartida, a regra anterior era bem mais leve: renda familiar bruta de 20 salários mínimos.

Segundo o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, o grande objetivo em relação à mudança na renda é de fato atender aos mais pobres, pois segundo ele é este o público que mais necessita da assistência do Fies. O ministro também destacou que mesmo com a baixa na renda, o número de pessoas que atendem a este pré-requisito ainda é muito grande.

Por Bruno Henrique


Renda familiar máxima para a contratação do Fies é de 2,5 salários mínimos por cada integrante da família.

No dia 3 de julho foram publicadas no Diário Oficial da União as novas regras para o Fies. As mudanças são para os estudantes que vão aderir ao programa no segundo semestre de 2015.

Os cursos com notas 4 e 5 nas avaliações do MEC serão os que terão prioridade para a escolha dos estudantes. Além disso, a Secretaria de Educação pode acrescentar alguma outra regra adicional para a distribuição de vagas, caso haja necessidade.

A partir de agora também passa a valer outra mudança: a renda familiar máxima para a contratação do financiamento será de 2,5 salários mínimos por cada integrante da família.  Antes a renda total da família tinha que ser de até 20 salários mínimos.

Para se inscrever no processo seletivo, o estudante não pode ter concluído o curso superior e a partir do próximo semestre também tem que ter prestado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir do ano de 2010. O uso da nota do Enem para critérios de seleção do Fies estava em estudo pelo MEC. A nota mínima que o estudante tem que obter é de 450 pontos e não ter zerado a redação. As vagas do financiamento agora serão ocupadas por estudantes com maior desempenho no exame, prioritariamente.

Após o final das inscrições, será divulgada uma classificação dos estudantes interessados no financiamento em ordem decrescente, de acordo com as notas obtidas no Enem.  A classificação também levará em conta a área para qual o estudante se inscreveu.

Outra novidade é que as notas dos outros anos serão consideradas: o maior resultado obtido desde o ano de 2010 é o que valerá para a concorrência de vagas do Fies desse segundo semestre. Caso haja empate, o critério de desempate será a nota da redação, em seguida a nota na área de linguagens e códigos e depois a obtida na prova de matemática e ciências da natureza.

As instituições de ensino superior que estiverem interessadas em participar do processo seletivo para o financiamento do Fies devem assinar um termo de participação que estará disponível entre os dias 6 e 17 de julho. Neste termo constará o número de vagas que foi estabelecida na portaria publicada pelo MEC.

Por Patrícia Generoso


É imprescindível que todos os indivíduos que realizam processos seletivos, e através deles disputam por vagas dentre tantas opções de cursos existentes, estejam atentos as novas regras que o MEC estabeleceu ao programa ProUni (Universidade para Todos) e ao Fies (Fundo de Financiamento Estudantil) neste ano de 2014.

Referente ao Fies, o contrato estabelecido passa a ser associado ao Fgeduc (Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo), o que anteriormente se encontrava como tópico opcional, neste ano se tornou elemento indispensável.

Concernente ao ProUni, a isenção fiscal está direcionada respectivamente às vagas preenchidas. Em relação ao ano passado, tal isenção estava determinada por vagas ofertadas, e não as quais já tinham sido disputadas e ocupadas pelos diversos concorrentes que designam diferentes estados brasileiros.

O Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo foi originado no ano de 2009, ou seja, um programa recente, porém eficaz, que está atuando associadamente ao Fies a partir deste ano. Atua com o objetivo de cobrir a partir de 80% dos contratos não cumpridos, e para que esse processo seja efetivado com êxito, a mantenedora recompensa uma porcentagem de 5,63 de acordo com o total do financiamento mensal, ou 6,25% da parcela das intervenções de financiamento.

A entrada do Fgeduc possibilitou aos estudantes ser dispensável a obrigação de fiador, onde a finalização do contrato oferece maior praticidade para ser concretizada. O processo ativou benefícios grandemente direcionados aos acadêmicos. Ao que se refere às instituições, foi contemplada integrando maiores custos, porém, ainda sim considerados programas aproveitáveis.

Uma grande parte das instituições propagadas pelo Brasil, já realizaram a adesão intensificada do programa. O diretor de Gestão de Fundos e Benefícios do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), afirma com plena convicção de que o intuito do programa é propiciar acesso estudantil de nível superior a todas as classes, principalmente ao universitário que se encontra imerso a baixa renda. Além, de exporem grande dificuldade em se conseguir alguém que o esteja representando como fiador.

Atualmente as propagações se encontram da seguinte maneira: 17% dos alunos que estão inseridos nas redes privadas de ensino precisam essencialmente do Fies, sendo que é concebido pelo fundo aproximadamente 25% da receita das organizações. Em relação ao ProUni, a indicação sugere economia, ou seja, 10% dos gastos das instituições. Resumindo, o processo especificado deve haver uma diminuição de 2% a 3% dessa economia, mencionando a contagem de vagas não ocupadas.

Por Lorena de Oliveira


O Ministério da Educação (MEC) informou que a partir de 2014 novas universidades irão aderir o ENEM como forma de ingresso. As instituições demonstraram interesse em aderi-lo totalmente (como único processo seletivo), ou parcialmente (o candidato faria exames e vestibulares além do ENEM para ingressar na instituição).

Duas universidades estaduais (Universidade do Estado de Santa Catarina – Udesc e Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UniOeste, a primeira reservando 25% das vagas do primeiro semestre para o Sisu e, a segunda reservando 50%), e mais de dez federais (Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD e Universidade Federal do Amapá – Unifap, com 50% das vagas pelo Sisu, Universidade Federal do Pará – UFPA usará o sistema para 20% das vagas e as demais serão preenchidas apenas pelo ENEM) utilizarão o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) para o ingresso do candidato na faculdade.

Em 2012 foras 4,1 milhões de alunos que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e, a metade desses alunos se inscreveu no Sisu.  

O estudante também pode concorrer a bolsas de estudos em universidades particulares com base em seus critérios de renda, como o Programa Universidade Para Todos (ProUni).

São vários os programas que utilizam o ENEM, saiba como participar deles:

– ProUni: Deve-se fazer a inscrição, que ocorre duas vezes por ano, sendo que a seleção leva em conta a renda do candidato. Para bolsa integral o estudante deve ter renda de no máximo um salário mínimo e meio, por pessoa da casa. Para a bolsa parcial, deve ter renda de até três salários mínimos. O programa seleciona vagas para universidades particulares;

– Fies: Há o financiamento de 100% da mensalidade com 3,4% de juros, sendo necessário ter feito o ENEM, porém, sem exigência de nota mínima para o financiamento;

– Sisu: O candidato deve fazer a inscrição que ocorre duas vezes por ano. O programa seleciona os candidatos para vagas em universidades públicas;

– Ciência sem Fronteiras: Concorre-se a bolsa para uma faculdade estrangeira. O estudante deve ter obtido 600 pontos ou mais no ENEM;

– Sisutec: São vagas gratuitas para cursos técnicos em instituições privadas e públicas de ensino superior. A inscrição é virtual e com base na nota obtida no ENEM, que precisa ser superior a zero. 

Por Luiz Guilherme Feliciano Palazzo


O Ministério da Educação (MEC) modificou as regras para o financiamento estudantil. De acordo com a portaria publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira (12/04), somente estudantes com renda familiar de até 20 salários mínimos, o que significa R$ 12.440,00, terão direito a pedir o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

A regra publicada na quinta-feira também impõe que a mensalidade só pode ser 100% financiada se o estudante tiver renda familiar máxima de 10 salários mínimos ou R$ 6.620,00. Para pedir financiamento de até 75%, a renda familiar não pode ser superior a 15 salários mínimos ou R$ 9.330,00. Quem recebe acima disso pode financiar até 50% da mensalidade.

Até a publicação da portaria, acadêmicos com qualquer renda familiar poderiam pedir o benefício. No entanto, a escolha dos aprovados para o Fies sempre foi feita de acordo com o impacto que a mensalidade tem no orçamento da família.

O Fies é uma das medidas adotadas pelo Governo Federal para incentivar os jovens a cursar uma faculdade. Para isso, os universitários precisam estudar numa instituição cadastrada no programa e pedir o cadastro. Se forem aprovados, podem se isentar do pagamento da mensalidade e pagar somente depois, com juros de 3,4% ao ano. Além disso, assim que terminar a faculdade, o estudante tem um ano e meio de carência para começar a pagar a dívida do Fies.

Por Matheus Camargo

Fonte: Diário Oficial da União


Segundo divulgado pelas universidades particulares por meio da Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares), a falta de pagamentos do Governo Federal para o programa do FIES chega a R$500 milhões.

O Governo nega que o valor seja tão alto, mas admite que possa estar ocorrendo eventuais atrasos, o que em parte estaria sendo causado pela demora das próprias universidades em repassar dados dos alunos para o MEC, órgão do Governo Federal responsável pelos pagamentos.

As universidades afirmam que a conta se arrasta desde 2010, e que nesse ritmo medidas poderão ser tomadas já a partir do próximo ano, como a redução do número de alunos atendidos pelo programa.

O FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) é um programa de financiamento estudantil do Governo Federal que custeia, parcial ou integralmente, a mensalidade que deveria ser paga mensalmente pelo aluno à instituição de ensino. Após a formatura, o aluno começa a pagar uma prestação para o Governo, de forma a restituir o valor financiado por este, acrescido de juros e eventuais taxas definidas no contrato.

O FIES era um programa gerido pela Caixa Econômica Federal até 2010, mas passou para o MEC nesse mesmo ano, em função de mudanças como a ampliação da verba disponível. Hoje estima-se que mais de 300 mil alunos de universidades de todo o Brasil utilizem o FIES.

Por Luiz Moreira


O FIES (Financiamento Estudantil), programa do Ministério da Educação destinado a estudantes matriculados em graduação em faculdades particulares, é uma ótima oportunidade para financiar o curso com taxas e juros reduzidos.

Desde 2010 o FIES funciona em um novo formato. Os juros caíram para 3,4%, ao ano, por conta do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) passar a ser o Agente Operador do Programa, e a solicitação do financiamento passou a ser permitido em qualquer período do ano.

O site sisfiesportal.mec.gov.br traz outra novidade. A partir de 29 de julho de 2011, os estudantes que concluíram o Ensino Médio a partir do ano letivo de 2010 e queiram solicitar o FIES deverão ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2010 ou ano posterior.

O estudante que conseguir o financiamento deverá a cada três meses pagar uma taxa de R$ 50,00 que é usada para amortizar os juros. O financiamento poderá ser pago 18 meses depois de formado e empregado. Ao final da carência, o saldo devedor do estudante será dividido em até 13 anos [3 x 4 anos (período financiado do curso) + 12 meses].

O site citado acima traz de forma explicativa como funciona o programa, as regras, tais como simulação de financiamento, além do link para inscrição, perguntas frequentes e o passo a passo.

Por Adoniran Peres


Segundo publicação do Ministério da Educação, houve alteração nos regulamentos do fundo garantidor do Financiamento Estudantil (FIES).

Ficou decidido que alunos de baixa renda da rede estadual de ensino não precisarão mais apresentar fiador para requerer o pedido de crédito para ensino de graduação.

Esta nova regulamentação só é válida para aqueles estudantes que possuem renda per capita mensal de um salário mínimo e meio ou estiverem matriculados em cursos de licenciatura.

Os bolsistas do PROUNI também terão a sua disposição este benefício do FIES. Por sua vez, o uso ou não do fiador será feita no momento do pedido do financiamento pelo estudante.

Os interessados em saberem mais sobre o funcionamento do FIES e a nova resolução do MEC devem acessar o site www.caixa.gov.br.

Por Layla Rodrigues





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