Confira aqui uma lista com as universidades brasileiras mais elogiadas internacionalmente.

Esse ano a Time Higher Education (THE), mais importante revista semanal com informações relativas ao ensino superior, sediada em Londres, divulgou uma lista com as melhores universidades da América latina.

Ao mesmo tempo, a plataforma Ranking Web of Universities também realizou uma pesquisa para saber quais as melhores universidades brasileiras analisando a sua inserção social, reconhecimento entre a população, engajamento ambiental e retorno científico, cultural, econômico e tecnológico para a sociedade.

Eis o resultado do cruzamento dessas avaliações:

USP

Fundada em 25 de janeiro de 1934, a Universidade de São Paulo é a líder há vários anos entre as instituições de ensino superior do Brasil. ”O lugar onde a cultura e a ciência se cruzam”, possui 35 unidades de pesquisa e extensão, um dos maiores espaços para práticas esportivas do mundo, além de 86.187 alunos inscritos.

UFRJ

Reconhecida como centro cultural, artístico e científico, a Universidade Federal do Rio de Janeiro já foi eleita em 2015 a melhor universidade do Brasil pelo World University Ranking. Esse ano completa 96 anos de fundação, com cerca de 156 cursos de graduação, 182 cursos stricto sensu e 326 lato sensu.

UNICAMP

Com 22 centros de pesquisa espalhados por 24 unidades, em outubro de 2016 a Universidade de Campinas completará 50 anos. Fundada em 5 de outubro de 1966, tem como uma da suas principais características ser uma instituição de ensino bastante jovem e que produz cerca de 15% de toda a pesquisa brasileira.

UFMG

A universidade brasileira que mais fez pedidos de patentes em 2010, foi fundada em 1927, não demorando a alcançar o status de uma das melhores universidades do Brasil.

A Universidade Federal de Minas Gerais possui 20 unidades que abrigam 50.000 alunos, além de vários museus e bibliotecas.

UNESP

A Universidade Estadual Paulista foi criada a partir da união de diversas universidades espalhadas pelo estado de São Paulo, caracterizando-se pelo incentivo à pesquisa ligada aos anseios da comunidade. Foi fundada em 1976 e hoje é uma das melhores instituições de ensino da América Latina, com 33 unidades, 1900 laboratórios e cerca de 3.500 professores.

PUC-RIO

Uma das melhores universidades do Brasil, possui o lema “ a ciência e a técnica a serviço da humanidade”. Fundada em 1941, com base nos ensinamentos cristãos, é considerada uma das primeiras instituições voltadas para o empreendedorismo no Brasil.

UERJ

A Universidade Estadual do Rio de Janeiro, fundada em 1950, foi a primeira a utilizar a política de cotas.

Possui 292 salas, 110 laboratórios, 12 bibliotecas, além do segundo maior teatro do Rio de Janeiro, o Teatro Odylo Costa Filho.

UFSC

Com 12 unidades, 80 cursos de graduação, além de mestrado e doutorado, a Universidade Federal de Santa Catarina já foi considerada uma das 5 melhores universidades da América Latina pelo Webometric Ranking World of Universities. Com ênfase em pesquisa, ensino e extensão, tem como destaque uma biblioteca com mais de 600. 000 títulos.

UFPE

Melhor instituição de ensino superior do norte-nordeste do Brasil, de acordo com o MEC, a Universidade Federal de Pernambuco destaca-se pela sua equipe de pesquisadores, que gira em torno de 4.000.

Além disso, possui 90 cursos de graduação, 198 de pós-graduação, 3.600 professores e um contingente de 2.200 alunos.

UNB

Uma das melhores universidades do Brasil, a Universidade de Brasília foi fundada em 21 de abril de 1962 e é bastante conhecida por ter um dos vestibulares mais disputados do país. Uma instituição de ensino com mais de 100 cursos focados em pesquisa, cultura e apoio à comunidade, além de 76 cursos de mestrado e 63 de doutorado.

UFG

Criada sob a filosofia de romper com os pressupostos tradicionais do ensino superior e aproximar-se de tudo o que estava acontecendo no mundo, a Universidade de Goiás, fundada em dezembro de 1960, também é considerada uma das melhores universidades do Brasil, com uma estrutura composta por 2038 professores que ministram 29 cursos de graduação e 33 de pós-graduação.

Vivaldo Pereira da Silva


Confira aqui algumas dicas que podem ajudar na hora de escolher uma faculdade.

Muitos jovens sofrem com a pressão, já no Ensino Médio, de escolherem uma carreira e as universidades que prestarão vestibular. A escolha não é fácil, afinal, como saber se a universidade ou faculdade é boa? Muitas pessoas acabam optando pelas mais barata ou que possuem algum tipo de programa de financiamento ou bolsas, mas serão essas de fato é a melhor opção?

Separamos algumas dicas que vão te ajudar a fazer a escolha certa.

É essencial que o vestibulando consulte as avaliações feitas pelo MEC (Ministério da Educação). Basta acessar o site do MEC e procurar pelas faculdades que pretende cursar e então é possível verificar o Índice Geral de Cursos (o IGC, que varia de 1 a 5), que avalia a instituição e ao escolher um curso especifico da faculdade é possível conferir o Conceito Preliminar do Curso, também com notas que variam de 1 a 5.

A partir desse passo, é possível eliminar algumas das opções e terem algumas como principais escolhas. É importante também visitar a instituição. Comece pelo site, conheça um pouco e veja se ela se encaixa nas suas expectativas, em seguida procure por uma visita monitorada. Avalie a estrutura do local, uma universidade de comunicação deve ter bons equipamentos de fotografia, gravação, além de bons estúdios. Já uma faculdade de engenharia deve ter bons laboratórios. Aproveite para tirar todas as suas dúvidas.

Conheça o corpo docente, é importante que a universidade tenha profissionais qualificados, mestres e doutores, isso também serve de critério para a avaliação do MEC.

Agora verifique o valor das mensalidades, um valor muito elevado por vezes se torna inviável, mensalidades muito baratas talvez indique uma baixa qualidade do curso. Pesquise e compare com as outras instituições. Verifique se há programas de bolsas e programas do governo como o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), além do Sistema de Seleção Unificada (SiSu), que ajuda a encaminhar o vestibulando para uma universidade pública.

Converse com alunos e ex-alunos, os grupos de redes sociais são ótimos para isso. Conheça suas opiniões sobre a instituição e suas colocações no mercado de trabalho.

O MEC também disponibiliza em seu site um ranking com as melhores universidades segundo as avaliações do IGC.

Por Tom Vitor de Freitas


Confira aqui a lista das melhores universidades, faculdades e centros universitários do Brasil segundo o MEC.

Em dezembro de 2015 o Ministério da Educação (MEC) divulgou a listagem das melhores universidades brasileiras de acordo com o ciclo de avaliação do ano de 2014. Foram avaliadas faculdades, institutos federais, universidades, centros universitários e também cursos nas áreas de biologia, humanas e exatas.

A avaliação do Ministério da Educação leva em conta o Índice Geral de Custos (IGC), que varia de 1 até 5 pontos. Dessa forma, para que uma universidade, por exemplo, atinja a categoria de excelência do órgão, deve chegar a 4 ou 5 pontos. Além disso, àquelas instituições que não atingirem a nota 3, considerada mínima na avaliação, são classificadas como insatisfatórias.

Nesta última avaliação do MEC, foram analisados os cursos de Arquitetura, Ciências Biológicas, Engenharias, Filosofia, Letras, Pedagogia, além de Cursos da área de Tecnologia da Informação.

Abaixo listamos apenas as 20 melhores instituições classificadas em cada categoria: Universidade, Faculdade e Centro Universitário, de acordo com a avaliação do Ministério da Educação.

As Melhores Universidades:

  1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS (SP): 5
  2. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL(RS): 5
  3. UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA (PR): 5
  4. UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (MG): 5
  5. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO (SP): 5
  6. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA (SC): 5
  7. UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO (RJ): 5
  8. UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA (MG): 5
  9. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC (MG): 5
  10. UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS (MG): 5
  11. UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (DF): 5
  12. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS (SP): 5
  13. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO (SP): 4
  14. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO ALEGRE (RS): 4
  15. UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO (RJ): 4
  16. UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA (RS): 4
  17. UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA (MG): 4
  18. UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO (PE): 4
  19. PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO DE JANEIRO (RJ): 4
  20. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (PR): 4

As Melhores Faculdades:

  1. ESCOLA DE ECONOMIA DE SÃO PAULO (SP): 5
  2. ESCOLA BRASILEIRA DE ECONOMIA E FINANÇAS (RJ): 5
  3. ESCOLA BRASILEIRA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E DE EMPRESAS (RJ): 5
  4. INSTITUTO TECNOLÓGICO DE AERONÁUTICA (SP): 5
  5. FACULDADE DE ODONTOLOGIA SÃO LEOPOLDO MANDIC (SP): 5
  6. FACULDADE FUCAPE (ES): 5
  7. FACULDADE JESUÍTA DE FILOSOFIA E TEOLOGIA (MG): 5
  8. ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS SOCIAIS (RJ): 5
  9. INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA (RJ): 5
  10. ESCOLA SUPERIOR DE ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO STRONG DA BAIXADA SANTISTA (SP): 5
  11. INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO OCIDENTE (BA): 5
  12. INSPER INSTITUTO DE ENSINO E PESQUISA (SP): 5
  13. ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DE SÃO PAULO (SP): 4
  14. FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI CIMATEC (BA): 4
  15. FACULDADE DE MEDICINA DO ABC (SP): 4
  16. FACULDADE DE TECNOLOGIA DE OURINHOS (SP): 4
  17. ESCOLA DE DIREITO DE SÃO PAULO (SP): 4
  18. ESCOLA DE GOVERNO PROFESSOR PAULO NEVES DE CARVALHO (MG): 4
  19. FACULDADE DE CIÊNCIAS MÉDICAS DA SANTA CASA SÃO PAULO (SP): 4
  20. ESCOLA SUPERIOR NACIONAL DE SEGUROS DE SÃO PAULO (SP): 4

Os melhores Centros Universitários:

  1. CENTRO UNIVERSITÁRIO ANTÔNIO EUFRÁSIO DE TOLEDO DE PRESIDENTE PRUDENTE (SP): 4
  2. CENTRO UNIVERSITÁRIO FECAP (SP): 4
  3. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOTUPORANGA (SP): 4
  4. CENTRO UNIVERSITÁRIO DO RIO GRANDE DO NORTE (RN): 4
  5. CENTRO UNIVERSITÁRIO FACVEST (SC): 4
  6. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ – UNICESUMAR (PR): 4
  7. CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS (MG): 4
  8. CENTRO UNIVERSITÁRIO FILADÉLFIA (PR): 4
  9. CENTRO UNIVERSITÁRIO FACEX (RN): 4
  10. CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES (RS): 4
  11. CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIFAFIBE (SP): 4
  12. CENTRO UNIVERSITÁRIO CHRISTUS (CE): 4
  13. CENTRO UNIVERSITÁRIO DA GRANDE DOURADOS (MS): 4
  14. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE VOLTA REDONDA (RJ): 4
  15. FAE CENTRO UNIVERSITÁRIO (PR): 4
  16. CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BAURU (SP): 4
  17. CENTRO UNIVERSITÁRIO PARA O DESENVOLVIMENTO DO ALTO VALE DO ITAJAÍ (SC): 4
  18. CENTRO UNIVERSITÁRIO EURÍPEDES DE MARÍLIA (SP): 4
  19. CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL INACIANA PE SABÓIA DE MEDEIROS (SP): 4
  20. CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTADUAL DA ZONA OESTE (RJ): 4

William Dresch Floriano


Confira aqui a lista das piores faculdades do Brasil segundo o MEC.

Neste artigo vamos trazer uma lista com as piores faculdades e instituições de ensino do Brasil, conforme a avaliação do MEC e como esta instituição avalia as faculdades.

O Ministério da Educação (MEC) tem como indicador de qualidade das faculdades e universidades brasileiras do IGC, que se trata de um indicador de qualidade de todos as instituições de ensino do Brasil. O Índice Geral de Cursos (IGC) atribui um nota dentro de uma escala que vai de 1 a 5. Esta nota passa a servir como um parâmetro oficial de classificação dos cursos de graduação de todo o Brasil. O MEC leva em consideração em suas avaliações o CPC, que se trata do Conceito Preliminar de Cursos do Brasil e as avaliação da CAPES, que é a Instituição responsável pela medição dos cursos de pós-graduação a nível de mestrado e doutorado.

As faculdade que não conseguem atingir 3 pontos são atestadas como instituições de ensino insatisfatórias e podem sofrer algumas sanções e ter que passar por algumas medidas para conseguir subir de nível, caso contrário, ela pode vir a ter que fechar com alguns de seus cursos ou até mesmo fechar as portas da instituição.

As piores instituições de ensino superior avaliadas pelo MEC são:

  • Universidade do Tocantins (TO): Com IGC faixa 2.
  • Instituição Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (AC): Com IGC faixa 2.
  • Centro Universitário UNIRG (TO): Com IGC faixa 2.
  • Conservatório Brasileiro de Música – Centro Universitário (RJ): Com IGC faixa 2.
  • Centro Universitário Paulistano (SP): Com IGC faixa 2.
  • Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do Cabo de Santo Agostinho (PE): Com ICG faixa 1.
  • Faculdade de Ciências Agrárias de Araripina (PE): Com IGC faixa 1.
  • Escola de Tecnologia de Nova Andradina (MS): Com IGC faixa 1.
  • Escola de Engenharia de Agrimeensura (BA): Com IGC faixa 1.
  • Instituto Superior de Educação Vera Cruz (SP): Com IGC faixa 1.
  • Faculdade do Descobrimento (BA): Com IGC faixa 1.
  • Faculdade de Música Carlos Gomes: Com IGC faixa 1.
  • Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais de Maceió: Com IGC faixa 2.

Felipe Pancheri Colpani


Fies teve elevação na taxa de juros, indo de 3,4% para 6,5% ao ano. Nova medida será válida para os novos contratos através do Fies.

Recentemente, o Conselho Monetário Nacional, CMN, anunciou algumas mudanças em relação ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, o Fies. As mudanças foram anunciadas na última quinta-feira, 23 de julho. Dentre os principais destaques está a elevação da taxa de juros que passou de 3,4% para 6,5% ao ano. Vale destacar que esta medida já tinha sido anunciada ainda em junho pelo ministro da Educação, porém, só agora a mesma foi oficializada.

É importante destacar que o Governo Federal deixou claro que as novas regras, bem como a nova taxa de juros apenas serão válidas para os novos contratos através do Fies. Outro destaque interessante é que essa medida visa um realinhamento da taxa de juros, haja vista o atual cenário fiscal do país, segundo o Ministério da Fazenda.

É importante ressaltar que em nota oficial, o Ministério da Fazenda também destacou que mesmo com a medida adotada ainda será possível o financiamento do Fies através de juros subsidiados. Isso será possível, pois a taxa praticada pelo programa, 6,5%, ainda se mantém abaixo da taxa de mercado.

Vale ressaltar que a taxa de 6,5% ao ano não é a maior da série histórica do Fies. Caso não saiba, até outubro de 2006 a taxa praticada pelo programa era de 9% ao ano. Após isso, até agosto de 2009 a mesma passou a oscilar de 3,5% a 6,5%. E desde março de 2010 a taxa praticada vinha sendo de 3,4%.

Um dos principais objetivos do Governo Federal ao tomar tais medidas foi justamente manter e melhorar a sustentabilidade do programa. Ou seja, a expectativa é que em médio prazo novos alunos que aderiram ao programa sejam financiados de forma direta pelos alunos formados através do Fies.

Outro ponto que sofreu alteração em relação às regras anteriores foi o teto da renda familiar. A nova regra estabelece que o limite seja a renda per capita de 2,5 salários mínimos. Em contrapartida, a regra anterior era bem mais leve: renda familiar bruta de 20 salários mínimos.

Segundo o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, o grande objetivo em relação à mudança na renda é de fato atender aos mais pobres, pois segundo ele é este o público que mais necessita da assistência do Fies. O ministro também destacou que mesmo com a baixa na renda, o número de pessoas que atendem a este pré-requisito ainda é muito grande.

Por Bruno Henrique


Pesquisa revelou que cursos na área de Engenharia podem favorecer que os estudantes fiquem bilionários.

Quem entra para a faculdade, espera conseguir um bom emprego, ter uma carreira próspera e, claro, ganhar muito dinheiro. Mas a realidade é bem diferente, pelo menos para boa parte destes estudantes.
Se você está planejando entrar para a faculdade e também está nos seus planos o sonho de ficar rico ou até mesmo bilionário, saiba que alguns cursos são apontados como os menos indicados para quem quer ficar rico, entre eles os cursos de Direito, Administração e até mesmo o curso de Economia. Em contra-partida o curso apontado pelos homens de sucesso, como o mais favorável para ficar bilionário são aqueles da área de Engenharia.

O Approved Index, fez uma pesquisa com 100 pessoas mais ricas do mundo, de acordo com a Forbes e deste total, 22% investiu em estudo de Engenharia. Já os alunos de Administração representavam apenas 12%.

A pesquisa mostra que o estudo de Engenharia é mais favorável para ficar bilionário, mas, também, confirma que o fato de você estudar Administração não significa que não vai conseguir sucesso profissional.

E surpreendentemente, a pesquisa apontou que 12% dos homens mais ricos do mundo, fizeram Artes na universidade, ou seja, não devemos levar em consideração somente o curso escolhido na universidade, para sabermos se alguém vai ou não ficar rico.

Esta pesquisa mostrou mais um dado interessante: 32% dos homens mais ricos do mundo não têm diploma universitário, como o próprio Bill Gates que é o homem mais rico do mundo ou até mesmo o criador do Facebook, Mack Zuckerberg, que também não concluiu a universidade.

Confira o resultado da pesquisa com os 100 homens mais ricos do mundo:

  • 32% – não fez universidade;
  • 22% – Engenharia;
  • 12% – Administração;
  • 9% – Artes;
  • 8% – Economia;
  • 8% – Outros;
  • 3% – Finanças;
  • 2% – Ciências;
  • 2% – Direito.

Mas, atualmente, nota-se um crescimento na perspectiva de que estudantes de Matemática, Biologia, Física e Química, possam chegar mais rápido à riqueza.

No final, o que a pesquisa revela é que não é o curso em si que o aluno escolheu na faculdade que irá determinar se ele irá ou não se tornar um bilionário, mas sim, a determinação deste aluno, sua dedicação e as escolhas feitas ao longo de sua vida.

Por Russel


Muitos estudantes brasileiros sonham em cursar uma graduação fora do país. No entanto, são necessários alguns conhecimentos antes de partir para o local de destino. Um dos principais fatores que tem de ser levado em conta é o conhecimento da seleção nas faculdades para não perder o prazo de inscrição.

As principais faculdades com processos seletivos durante todo o ano estão localizadas na Alemanha, Nova Zelândia, China, Reino Unido e Rússia. Na Nova Zelândia, há uma política educacional na qual o país inclui a internacionalização das universidades que são financiadas pelo governo, diferentemente das públicas do Brasil em que o ensino é gratuito. Um dos princípios dessa estratégia educacional encontra-se na atração de estudantes estrangeiros para ajudar os neozelandeses a integrar o mercado de trabalho globalizado. Com isso, os jovens adquirem maior capacidade ao se comunicar fluentemente com pessoas de outros países, o que aprimora ainda mais o conhecimento.

Entretanto, grande parte dos processos seletivos estrangeiros são mais demorados, uma vez que não há seleção e as faculdades exigem do acadêmico alto desempenho acadêmico, histórico escolar e atestado de conclusão com tradução juramentada, além de cartas de recomendação e proficiência no mínimo em inglês. Diante disso, cada país tem autonomia para criar seus critérios de seleção, bem como o nível de proficiência no idioma e os documentos exigidos que podem variar.

No caso da China, os alunos precisam fazer uma avaliação após cursar o ensino médio. Essa avaliação é semelhante ao Enem que ocorre no Brasil. Entretanto, os estrangeiros ficam dispensados de fazer a prova, mas precisam apresentar todas as notas da escola e os certificados de proficiência em mandarim (HSK ou HSKK). Muitos estudantes temem o conhecimento desse idioma, devido ao alto grau de dificuldade que possui. Contudo, no caso dos estudantes brasileiros, não é necessário fazer esse tipo de teste, pois, é possível estudar apenas com o inglês. Ressalte-se que, os que têm o mandarim, isso conta como um ponto a mais durante a graduação.

Por Luciana Viturino


Hoje em dia o que mais encontramos são pessoas recém-formadas já pensando em uma pós, especialização ou mestrado. Mas você sabe qual é a diferença de uma especialização e de uma pós, por exemplo?

O primeiro diz respeito a adquirir mais conhecimento sobre uma área determinada em que você já atua ou quer atuar. O segundo, vale mais para aqueles profissionais que se graduaram e que estão em busca de uma atuação mais específica. 

Mas, qual a melhor hora para iniciarmos tudo isso? Será que existe um momento especial para tomarmos uma iniciativa? Será que precisamos estar preparados para tal responsabilidade? Se esse é o seu momento atual, confira abaixo algumas dicas simples que podem te ajudar a refletir sobre o assunto.

Atualmente o mercado anda muito exigente mesmo, mas isso não quer dizer que você precisa abrir mão de você mesmo. Não invista em nada sem antes ter a absoluta certeza.

Antes de mais nada, o primeiro passo é adquirir experiência na profissão que você já escolheu. Estar tranquilo e satisfeito com a demanda da sua profissão atual fará com que você fique mais seguro quanto ao futuro dela, e consequentemente poder realizar seu curso tranquilamente. Por isso, não tenha pressa. 
Terminar a graduação, não significa que você deve obrigatoriamente se sujeitar a um outro curso sem saber a situação do mercado que você escolheu. Prefira adquirir experiência na profissão.

Se mesmo assim você optar por continuar seus estudos em sua carreira, prefira algo que esteja mais alinhado com a sua área no mercado. E, se não for o que você goste, repense essa questão, pois estabilidade normalmente envolve outros aspectos também. 

Um curso de pós-graduação ou mestrado normalmente precisa estar dentro daquilo que você já possui um certo conhecimento. Se você já possuir conhecimento e já atuar na área, basta se informar a respeito, assim você terá todo apoio necessário durante seu curso de especialização. 

Não invista apenas no diploma. Entregue-se de corpo e alma. Faça valer a pena. O mercado abre as portas para pessoas que são criativas e que exercem sua profissão com entusiasmo, e não para aquelas pessoas que não se atualizam. 

Por Daniela Almeida da Silva





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