Mais uma oportunidade para quem almeja uma vaga nas universidades federais. O Ministério da Educação autorizou na última segunda-feira (3) a criação de 2.240 vagas em cursos de graduação em universidades federais do país.

As vagas serão disponibilizadas em cursos de campus de cidades de interior de diversos estados. São 310 vagas na região Norte, 880 no Nordeste, 40 no Centro-Oeste, 920 no Sudeste e 90 no Sul.

A instituição que mais vagas recebeu é a Universidade Federal Fluminense (UFF), do Rio de Janeiro (790 vagas), seguida pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com 450. Confira as universidades e os cursos com vagas disponíveis:

Região Norte

– Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra)

50 vagas – Letras/Língua Portuguesa (campus Tomé-Açu)

50 vagas – Biologia (campus Tomé-Açu)

50 vagas – Biologia (campus Capanema)

– Universidade Federal do Pará (UFPA)

40 vagas – Geoprocessamento (campus Ananindeua)

– Universidade Federal de Rondônia (Unir)

120 vagas – Educação do campo (campus Rolim de Moura)

 

Região Nordeste

– Universidade Federal do Ceará (UFC)

100 vagas – Ciências da computação (campus Russas)

50 vagas – Engenharia mecânica (campus Russas)

50 vagas – Engenharia de produção (campus Russas)

50 vagas – Engenharia de minas (campus Crateus)

50 vagas – Engenharia ambiental (campus Crateus)

50 vagas – Engenharia civil (campus Crateus)

50 vagas – Engenharia civil (campus Russas)

50 vagas – Sistema de informação (campus Crateus)

– Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB)

100 vagas – Agroecologia (campus Amargos)

50 vagas – Ciências Sociais (campus Cachoeira)

– Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa)

60 vagas – Engenharia de computação (campus Pau dos Ferros)

30 vagas – Engenharia civil (campus Pau dos Ferros)

– Universidade Federal do Piauí (UFPI)

90 vagas – Educação física (campus Parnaíba)

50 vagas – Pedagogia (campus Bom Jesus)

50 vagas – Pedagogia (campus Esperantina)

 

 

Região Centro-oeste

– Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)

40 vagas – Medicina veterinária (campus Paranaíba)

 

Região Sudeste

– Universidade Federal Fluminense (UFF)

120 vagas – Interdisciplinar em educação do campo (campus Santo Antônio de Pádua)

100 vagas – Engenharia de produção (campus Petrópolis)

100 vagas – Hotelaria (tecnológico) (campus Macaé)

100 vagas – Turismo (campus Macaé)

80 vagas – Letras português e inglês (campus Volta Redonda)

60 vagas – Engenharia de materiais (campus Volta Redonda)

50 vagas – Administração (campus Santo Antônio de Pádua)

50 vagas – Ciências contábeis (campus Santo Antônio de Pádua)

50 vagas – Engenharia de produção (campus Santo Antônio de Pádua)

40 vagas – Fisioterapia (campus Nova Friburgo)

40 vagas – Terapia ocupacional (campus Nova Friburgo)

– Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

40 vagas – Engenharia do petróleo (campus Santos)

40 vagas – Engenharia ambiental (campus Santos)

25 vagas – Engenharia de biotecnologia (campus São José dos Campos)

25 vagas – Engenharia da computação (campus São José dos Campos)

 

Região Sul

– Universidade Federal do Rio Grande (Furg)

45 vagas – Comércio exterior (campus Santa Vitória do Palmar)

45 vagas – Relações internacionais (campus (campus Santo Antônio de Pádua)

Por Isabelle da Rocha Camara


Ocorrerá no próximo final de  semana, dias 08 e 09 de novembro (sábado e domingo), as provas do Exame Nacional do Ensino Médio/ ENEM 2014.

Atualmente, o exame está sendo utilizado como uma das partes do processo de seleção de várias instituições de ensino superior, tanto públicas quanto privadas. Além disso, a nota final do Enem está sendo utilizada como um dos critérios para a disponibilização de bolsas do Programa Universidade para todos (PROUNI).

Os cursinhos preparatórios em todo o país estão a todo vapor para realizar uma boa preparação de seus alunos candidatos ao exame. Alguns temas atuais têm se destacado bastante e possuem grande probabilidade de serem cobrados no ENEM 2014, são eles:

A falta de água e a crise no sistema hídrico

O paradoxo ocorrido no país com a escassez de água no estado de São Paulo e várias enchentes em outras localidades da região sudeste;

– Os decorridos cinquenta anos do golpe militar de 1964

Esse acontecimento político foi extremamente relevante para o país, que resultou em um governo de regime militar do ano de 1964 até o ano de 1985;

– A disponibilização da vacina contra o vírus "Human Papiloma Vírus", popularmente conhecido como HPV

O Governo Federal passou a disponibilizar gratuitamente vacinas para meninas na faixa de 11 a 13 anos de idade contra o vírus HPV;

– A crise do setor energético

Em janeiro do ano corrente foram registrados os dez maiores picos de consumo de energia elétrica da historia brasileira. Além disso, o tema engloba uma mistura das matérias de física, química e biologia;

– A maioridade penal com 16 anos

No ano de 2014 voltou a ser discutida no congresso nacional a mudança no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sobre a questão da redução da maioridade penal, que atualmente é atingida aos 18 anos para 16 anos de idade.

Por Maicon Douglas Rodrigues Arthuso


A maioria dos vestibulares são formados por duas fases. A primeira fase normalmente é mais geral, contando com todas as matérias presentes no ensino médio e tende a ser mais ampla na cobrança de conteúdos e sutilmente mais superficial no que diz respeito à profundidade com que os temas são cobrados.

A segunda fase geralmente tende a ser mais específica e mais aprofundada. Em alguns vestibulares, na segunda fase estão contidas todas as matérias, em outros apenas matérias específicas.

Por exemplo, se você for prestar um curso de exatas, você terá na segunda fase matérias de exatas (física, química e matemática e redação), se for prestar um curso na área de biológicas, terá que enfrentar matérias da área de biológicas e redação, e assim por diante.

Todos os vestibulares importantes do país, sem exceção, contém na sua segunda fase uma redação e, nessa etapa, as perguntas tendem a ser mais elaboradas, para que você responda dissertativamente.

Deixando a segunda fase um pouco de lado, vamos falar da primeira fase dos vestibulares. Essa fase, geralmente, conta com questões de múltipla escolha, com cinco alternativas (podendo ser de quatro alternativas em alguns vestibulares).

Exceto a UNICAMP, na primeira fase geralmente o candidato não enfrenta problema significativo com tempo para resolver a prova, que tem muito mais um caráter eliminatório, principalmente nos cursos e faculdades mais concorridas. Assim, o candidato não pode perder questões fáceis, já que muitos outros candidatos podem ultrapassá-lo. 

Na primeira fase, errar questões fáceis tira o candidato do vestibular, pois a maior parte dos outros candidatos vão acertá-la. Tendo isso em mente, o candidato deve encontrar e resolver inicialmente todas as questões fáceis da prova.

As questões aqui tem valor quantitativo, portanto, vale mais acertar 3 questões fáceis em 10 minutos do que ficar perdendo tempo em uma questão difícil. Questões difíceis tem obviamente pouco índice de acerto e devem ser encaradas principalmente como questões que serão responsáveis por diferenciar um candidato de outro.

Lembre-se, portanto, questões fáceis te passarão e questões difíceis te deixarão bem colocado.

Por Nosf


Mais uma vez, um dos símbolos que melhor representam a educação mineira é destaque no cenário nacional. Em um levantamento apresentado no último dia 08 de setembro pelo jornal Folha de São Paulo, a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), foi considerada a 2ª melhor universidade Federal do Brasil.

Neste levantamento, foram avaliadas pelo jornal um total de 192 instituições de ensino superiores públicas e privadas do país.

Segundo o RUF (Ranking Universitário Folha), dentre os cursos oferecidos pela UFMG, os que mais se destacaram entre os das demais instituições avaliadas foram os cursos de Biologia, Ciência da Computação, Direito, Fisioterapia, História, Medicina Veterinária e o curso de Propaganda e Marketing.

Em 2014, a universidade que obteve o melhor desempenho na avaliação e foi eleita a melhor do país foi a USP (Universidade de São Paulo). Em segundo lugar ficou a Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG.

Completaram ainda as cinco primeiras posições do ranking do RUF a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), que ocupa o terceiro lugar geral, o quarto lugar foi ocupado pela UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e, fechando as cinco primeiras posições do ranking, a UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas).

Para conhecer a lista completa do RUF (Ranking Universitário Folha) e saber quais são as universidades brasileiras que obtiveram as melhores avaliações no ranking do Jornal Folha de São Paulo, clique aqui.

A pesquisa para a eleição do RUF foi feita pelo Datafolha, com aproximadamente 611 professores universitários que avaliaram os cursos das instituições de ensino superior para o MEC. Além destes professores, participaram da pesquisa mais 1.970 responsáveis por recursos humanos, onde estes avaliaram as siglas de todas as 192 universidades.

Em uma visão mais ampla da sua importância na educação brasileira e na formação de pessoas e profissionais, a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) ocupa ainda o 10º lugar no Ranking das melhores universidades da América Latina, segundo o QS World University Ranking 2014, e ocupa a posição entre 451-460 das melhores universidades do mundo

Estes resultados foram divulgados no último dia 15 de setembro. O QS World University Ranking é realizado anualmente e tem reconhecimento mundial.

Por Por Fabiano André de Carvalho


Muitas pessoas estão escolhendo os cursos à distância para realizar um aperfeiçoamento, adquirir uma graduação ou qualificação. Essa procura aumentou muito no último ano, dados passados conforme a Associação Brasileira de Ensino a Distância (Abed), ressaltam que a Educação à Distância teve um aumento em torno de 50% de procura a mais do que anos anteriores. E a qualidade também está ganhando destaque no campo educacional.

Só no estado da Bahia houveram mais de 84 mil estudantes realizando cursos à distância, pessoas que não dispõe de tempo para fazer um curso presencial ou porque não tem determinado curso na região. Essa modalidade de ensino oferece a mesma carga horária, como também os trabalhos acadêmicos e os mestres que ministram os conteúdos. 

Inclusive, todos os certificados e diplomas são devidamente reconhecidos pelo MEC. Porém, é interessante lembrar que, como qualquer curso presencial ou à distância, convêm verificar o credenciamento da Instituição e a qualidade dos cursos oferecidos. Essa consulta está disponível pelo site: http://emec.mec.gov.br/.

Muitos alunos dos cursos EAD apresentaram rendimentos melhores nas avaliações do ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes), ou seja, os resultados foram mais satisfatórios do que estudantes dos cursos presenciais.

E é importante para apresentar a qualidade da Educação à Distância como uma das melhores do país, além de acabar com os comentários que EAD não tem boa qualidade. E ainda vale ressaltar que o aluno aprende as usar as ferramentas tecnológicas consideradas tão importantes na sociedade, pois envolve o uso da internet e outros programas como Word (editor de texto), Excel, etc.

Portanto, os Cursos EAD oferecem as mesmas oportunidades de graduação ou outro tipo de qualificação. A única diferença é a modalidade à distância e a condição virtual, além de ser considerado muitas vezes mais econômico. E, quanto à forma de adquirir conhecimento, é a mesma do curso presencial.

Por Jaqueline Mendes Rodrigues dos Santos





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