Brasil tem 10 Cursos Superiores entre os Melhores do Mundo

Brasil tem 10 Cursos Superiores entre os Melhores do Mundo



  

Cursos da USP, Unesp e Unicamp conseguiram entrar na lista dos 50 Melhores Cursos Superiores em suas respectivas áreas.

Mais um excelente motivo para nos orgulharmos dos feitos acadêmicos do nosso país. Dez cursos superiores brasileiros estão incluídos entre os 50 melhores de suas respectivas áreas em todo o mundo. A conquista verde-amarela foi revelada por um estudo elaborado pela Quacquarelli Symonds (QS). A empresa de origem britânica faz este levantamento com periodicidade anual.

Como foi feito o estudo:

Para identificar os melhores cursos universitários do planeta, foram feitas as seguintes consultas, em relação a 42 campos de conhecimento: análise de 113 milhões de citações bibliográficas e de 28,5 milhões de trabalhos científicos. Além disso, foram ouvidos 44.426 empregadores e 76.798 acadêmicos. O resultado deste cruzamento de dados aponta que o Sudeste do Brasil ainda tem mais motivos extras para comemorar. É que no país, as universidades públicas paulistas são as únicas que fazem parte deste ranking de excelência.

Os dez cursos de maior excelência:

Quer conhecer quem são os nossas representantes nesta lista intelectual de ponta? Pois bem, a Universidade de São Paulo (USP) foi a que conquistou os mais significativos resultados. Ela garantiu a presença de seis faculdades entre os 50 melhores do mundo. Os cursos selecionados e suas respectivas posições são os seguintes: Odontologia ficou em 9º lugar; Agronomia alcançou o 26º; Antropologia garantiu o 34º; Engenharia de Minas se destacou em 36º; Arquitetura foi consagrada como 37º; e Veterinária foi avaliada em 38º.





Os cursos de Odontologia (em 20º) e Agronomia (em 31º) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), juntamente com os de Odontologia (em 25º) e Veterinária (em 46º) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) fecham a participação brasileira com chave-de-ouro na lista dos melhores do mundo.

Comparando resultados:

Há quem considere que o resultado de 2016 não seja assim tão bom. A justificativa é que em 2015 o Brasil havia garantido a presença de 14 cursos entre os 50 melhores de cada ramo do conhecimento. Há que se relativizar esta interpretação e levar em consideração o atual contexto socioeconômico e educacional do país. Com poucos recursos, incentivos e baixo investimento governamental, a conquista dos cursos das nossas universidades só confirma a extraordinária potencialidade acadêmica dos nossos pesquisadores: com ou sem dinheiro; em greve ou fora dela; com ou sem bolsas de estudos; o nosso país ainda consegue produzir conhecimentos de excelência.

Por Erica Cristina Gomes



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