USP é considerada a melhor universidade brasileira



  

USP foi considerada a melhor universidade brasileira em 2015. Estudantes que queiram ingressar nela podem optar por diversas opções.

A USP é considerada a melhor universidade brasileira num grupo em que as primeiras são públicas. Elas investem no tripé: Ensino, Pesquisa e Extensão para a conquista das atuais posições. Para ingressar na graduação da USP você pode fazer das seguintes maneiras: Transferência, Vestibular ou concorrer às vagas para graduados, segundo fontes do site oficial da Universidade de São Paulo (2015).

Quem já possui o diploma de nível superior fará uma prova diferenciada com menos conteúdo do que o vestibular anual. Essa é uma oportunidade para que o estudante possa mostrar as próprias habilidades especificamente naquelas matérias que possui melhor desempenho.

De acordo com o curso escolhido são selecionadas certas disciplinas para a entrada dos alunos.

A Transferência é outra opção de acesso aos cursos de graduação, sendo: Interna, Externa, Ex-ofício ou Entre Turnos. Nessa proposta, um aluno do curso de Engenharia de Alimentos do período noturno pode ser transferido para o mesmo curso no período diurno, por exemplo.

O vestibular da USP é feito uma vez ao ano pela FUVEST e engloba as seguintes disciplinas: Português, Matemática, História, Geografia, Biologia, Química e Física.

Os aprovados na primeira fase concorrerão às vagas fazendo os exercícios da segunda fase.





As melhores universidades do país seguem um calendário escolar próprio e concedem  bolsas em dinheiro para alguns estudantes de graduação. Os cursos possuem grade curricular e horária específicos.

O empenho dos estudantes que deixam suas casas para ingressar na universidade e realizar pesquisas deve ser considerado como fator importante para elevar o conceito de qualquer espaço do conhecimento, por isso as condições devem ser adequadas para o trabalho de estudantes, docentes e funcionários.

Os livros da biblioteca dessas instituições devem ser atualizados visando ao desenvolvimento do conhecimento.

Segundo a Folha de São Paulo (2015) as aulas em  língua inglesa também poderiam ser constantes num espaço que visa o contato com conhecimentos de diferentes nações. O que outras universidades do mundo produzem também deve ser conhecido pelos brasileiros e para entender um livro em outro idioma é importante ter espaço para o aprimoramento de outros idiomas. O poliglota ainda é uma raridade nesses espaços educacionais e ele abre espaço para compartilhar o saber de outros países.

A pesquisa e o ensino são necessários e ambos devem valorizar os conhecimentos criados no Brasil, mas também possibilitar a ampliação por meio do acesso a aulas de conversação, leitura e escrita de outra língua. O ideal é a formação de estudantes poliglotas capazes de buscar pesquisas e compreender fontes estrangeiras. Almoço grátis e a ampliação das moradias para os estudantes ainda são sonhos que precisam ser atingidos, visando à permanência deles nos bancos públicos.

Vários fatores interferem na qualidade das universidades como a falta de dinheiro dos estudantes para a permanência no Ensino Superior. 

Por Mary Berbela



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