Ranking dos melhores MBAs do mundo



  

10 entre 15 cursos são de escolas dos EUA

Quando o assunto é MBA online os Estados Unidos estão em uma fase “muito bem, obrigado!”. Isso porque segundo o ranking 2015 divulgado pelo jornal The Financial Times dez dos quinze melhores cursos online de MBA são oferecidos por escolas americanas.

Para conseguir os resultados apontados na pesquisa o Financial Times entrevistou tanto instituições quanto ex-alunos (que foram graduados em 2011). Entre os tópicos mais importantes focados pela pesquisa estava a interação entre o aluno e o professor, a interação com os colegas e, claro, a qualidade do ensino oferecido.

Na pesquisa realizada pelo Financial Times somente foram consideradas aquelas escolas que disponibilizam para os alunos mais de 70% do conteúdo programático dos cursos via Internet.

Outro fator que se tornou bastante importante na montagem desse ranking foi a remuneração dos ex-alunos avaliados, ou melhor, o aumento dessa remuneração. A escola que obteve o primeiro lugar pela segunda vez seguida se saiu bem. Os salários de seus ex-alunos tiveram um aumento de 43%. Isso leva a uma média de cerca de US$ 153 mil por ano.

A primeira posição na lista do Financial Times ficou com a IE Business School e na sequência temos a Warwick Business School. Confira abaixo as principais colocadas desse ranking com algumas informações extras:

1. IE Business School – Espanha – Salário médio de US$ 152.966 após a conclusão do programa;





2. Warwick Business School – Reino Unido – Salário de US$ 143.196 após o programa;

3. University of Florida (Hough) – Estados Unidos – Salário médio após o programa de US$ 104.225;

4. Northeastern University (D'Amore-McKim) – Estados Unidos – Salário após o término do programa de US$ 104.225;

5. Indiana University (Kelley) – Estados Unidos – Salário médio após a conclusão de US$ 120.352.

Dando um salto até a décima posição vamos encontrar a University of Nebraska  – Lincoln nos Estados Unidos e na décima quinta a Drexel University que também é dos Estados Unidos e que apresentou um aumento na remuneração após o término do programa de 31%.

Por Denisson Soares



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