Graduação no exterior – Informações



  

Muitos estudantes brasileiros sonham em cursar uma graduação fora do país. No entanto, são necessários alguns conhecimentos antes de partir para o local de destino. Um dos principais fatores que tem de ser levado em conta é o conhecimento da seleção nas faculdades para não perder o prazo de inscrição.

As principais faculdades com processos seletivos durante todo o ano estão localizadas na Alemanha, Nova Zelândia, China, Reino Unido e Rússia. Na Nova Zelândia, há uma política educacional na qual o país inclui a internacionalização das universidades que são financiadas pelo governo, diferentemente das públicas do Brasil em que o ensino é gratuito. Um dos princípios dessa estratégia educacional encontra-se na atração de estudantes estrangeiros para ajudar os neozelandeses a integrar o mercado de trabalho globalizado. Com isso, os jovens adquirem maior capacidade ao se comunicar fluentemente com pessoas de outros países, o que aprimora ainda mais o conhecimento.

Entretanto, grande parte dos processos seletivos estrangeiros são mais demorados, uma vez que não há seleção e as faculdades exigem do acadêmico alto desempenho acadêmico, histórico escolar e atestado de conclusão com tradução juramentada, além de cartas de recomendação e proficiência no mínimo em inglês. Diante disso, cada país tem autonomia para criar seus critérios de seleção, bem como o nível de proficiência no idioma e os documentos exigidos que podem variar.





No caso da China, os alunos precisam fazer uma avaliação após cursar o ensino médio. Essa avaliação é semelhante ao Enem que ocorre no Brasil. Entretanto, os estrangeiros ficam dispensados de fazer a prova, mas precisam apresentar todas as notas da escola e os certificados de proficiência em mandarim (HSK ou HSKK). Muitos estudantes temem o conhecimento desse idioma, devido ao alto grau de dificuldade que possui. Contudo, no caso dos estudantes brasileiros, não é necessário fazer esse tipo de teste, pois, é possível estudar apenas com o inglês. Ressalte-se que, os que têm o mandarim, isso conta como um ponto a mais durante a graduação.

Por Luciana Viturino



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