Sisu 2014 – Informações sobre o Sistema de Seleção Unificada



  

A grande maioria dos estudantes deseja cursar o ensino superior e um dos programas do governo para que o aluno possa ingressar em uma instituição é o Sisu, um programa que os alunos disputam vagas nas desejadas faculdades pela nota de corte, utilizando a nota do Enem.

Neste ano, os cursos que tiveram maior nota de corte foram as engenharias.

As inscrições para o Sisu começaram no dia 6 de janeiro e finalizaram no dia 10 do mesmo mês. Os resultados da primeira chamada ficaram disponíveis no dia 13 de janeiro. Quem conseguiu uma vaga na primeira chamada teve que se matricular nos dias 17, 20 e 21 de janeiro.

Os alunos que não conseguiram ainda podem ter esperança, pois terão uma nova chance na segunda chamada, cujo resultado será divulgado no dia 27 de janeiro.

Quem não conseguir ingressar em uma instituição de ensino superior nas duas chamadas, ainda poderá participar da lista de espera que as faculdades utilizam para preencher as vagas abertas. A chamada para os alunos que ficaram na lista de espera sairá a partir do dia 11 de fevereiro.





O curso mais disputado desse ano foi o de Arquitetura e Urbanismo, no INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO.

As notas do Enem foram divulgadas na noite de sexta, dia 3 de janeiro de 2014.

O Inep também divulgou as maiores e menores notas do Enem. Matemática foi a área em que os alunos se mostraram mais empenhados, tendo a maior nota e a maior média das categorias, sendo a nota máxima de 971,5 pontos e a mínima de 322,4 pontos. Ciências da Natureza obteve 901,3 pontos de nota máxima e 311,5 pontos de nota mínima. Ciências Humanas registrou a nota máxima de 888,7 pontos e nota mínima de 299,5 pontos. O que chamou a atenção foi o rendimento dos alunos em Linguagens e Códigos, cujas notas máximas e mínimas foram as menores dentre as outras, sendo de 813,3 e 261,3 pontos, respectivamente.

Assim que a lista de espera sair, teremos mais notícias sobre os futuros profissionais brasileiros.

Por Ingrid Oliveira



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